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País deve economizar 25% com nacionalização de hemoderi

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A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e o Laboratoire Français du Fractionnement e des Biotechnologies (LFB) firmaram uma parceria para nacionalizar os quatro tipos de hemoderivados mais consumidos no país – albumina, imunoglobulina, fatores VIII e IX.
O valor total do termo aditivo é de US$ 132 milhões por quatro anos. O Ministério da Saúde gastaria US$ 340 milhões em quatro anos para comprar a mesma quantidade dos quatro tipos de hemoderivados adquiridos pela Hemobrás, usando a importação tradicional.
A estimativa é que com a nacionalização o Brasil reduza sua dependência dos laboratórios estrangeiros e, em quatro anos, o governo economizará 25% no que paga hoje por esses remédios por importação.
O acordo prevê que a distribuição seja feita pela Hemobrás até novembro próximo. Além disso, a empresa repassará para o SUS 4,3 toneladas de albumina e 850 quilos de imunoglobulina. A compra custará US$ 33 milhões por ano aos cofres públicos e atenderá até 50% da demanda por hemoderivados no País.
Além do direito sobre os produtos, da capacitação de recursos humanos e da aquisição da experiência em logística, o termo aditivo entre a Hemobrás e o LFB permitirá o incentivo financeiro para a qualificação de 135 hemocentros no País.
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