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Os impactos de aplicativos móveis no setor de Saúde

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É bem verdade que a mobilidade está presente no dia a dia das pessoas. Um relatório da Pew Research mostra que 64% de todos americanos adultos possuem um smartphone. Os números são mais expressivos quando se trata do Brasil. Dados da Anatel indicam que o Brasil terminou o mês de maio de 2017 com 242,1 milhões de celulares. E não para por aí. Os brasileiros possuem a maior média de uso de smarthphones do mundo: 4 horas e 48 minutos. Estes números comprovam que o setor de saúde deve investir em inovação com o intuito  de melhorar a prestação dos serviços para permanecer relevante e ter acesso à próxima geração de pacientes.

Uma das soluções encontradas pelas empresas do setor de saúde tem atendido às diversas necessidades dos usuários: Mobile Health. O termo Mobile Health, ou mHealth, é simplesmente definida como a prática da medicina e da saúde pública apoiada por dispositivos móveis. mHealh está projetada para ser uma indústria de 26 bilhões de dólares até 2017. Com mais de 97 mil aplicativos móveis relacionados à saúde na Google Play e Apple Store e quatro milhões de downloads por dia, é difícil negar a grande popularidade do setor. Algumas soluções de mHealth visam objetivos a longo prazo (fitness e dieta), enquanto outros lidam com funcionalidades administrativas do hospital, como marcação de consultas médicas e exames.

O primeiro exemplo pode ser relacionado à redução de erros médicos. Incidentes relacionados a medicamentos, ou IRM, encontram-se entre os mais comuns nos serviços de saúde. Segundo um estudo realizado pelo Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos (ISMP Brasil), aproximadamente oito mil mortes por ano no Brasil são decorrentes de erros de medicação. Para mitigar os erros, a Agfa HealthCare lançará no mercado o aplicativo CheckMed. O app reduz o processo manual e garantem maior segurança na administração de medicamentos à beira leito. Utilizando a câmera do dispositivo mobile ou até mesmo por meio de tecnologias de leitura por aproximação RFID, por exemplo é possível ler a pulseira do paciente e fazer sua identificação. O enfermeiro tem acesso aos dados do prontuário e à prescrição do paciente. Do mesmo modo, usando a câmera, a medicação pode ser “bipada” pelo aplicativo, que valida se a droga foi realmente prescrita pelo médico, se está no horário certo e, principalmente, para o paciente correto. Este procedimento evita dosagens incorretas, troca de medicamentos e possíveis interações medicamentosas.

E uma consulta médica por videoconferência, você já pensou? Esse é outro bom exemplo: o apoio médico em qualquer lugar e a qualquer momento. A videoconferência já é uma realidade. O relatório anual de 2016, realizado pelo PcW Health Research Institute, mostra que 60% dos pacientes americanos entrevistados realizam consulta médica por videoconferência e 81% dos médicos participantes afirmam que o uso de aplicativos, como via de acesso as informações médicas, é um diferencial e ajuda no tratamento do paciente. Imagine você receber um lembrete personalizado em seu smartphone, enviado pelo consultório do seu médico, alguns minutos antes de tomar sua medicação. Ou um sistema interativo que permite que você envie informações sobre seus níveis de açúcar no sangue ou sua dieta do dia e, com isso, receber feedback da equipe médica com orientações, motivações ou advertências. A Agfa HealthCare vem estudando e se aprofundando neste modelo de iteração entre homem e máquina e acredita que essas novas experiências começarão a mudar as expectativas dos consumidores e a impulsionar a inovação.

E, por fim, por que não atuar no principal segmento: melhorar a vida do paciente. O processo de admissão de um paciente dentro de uma unidade de urgência é muito entediante para quem procura este serviço fisicamente doente. Longas filas somadas ao processo para autorização do convênio, que podem levar vários minutos. Com um aplicativo, o paciente pode confirmar seus dados, plano, convênio e especialidade médica antes mesmo de chegar ao hospital. É o famoso Check-in! Esta “pré-admissão” do paciente agilizará o processo na recepção da unidade de urgência. Além disso, o mHealth tem o potencial de melhorar a experiência do paciente e reduzir os custos das unidades de saúde que, consequentemente, irá resultar na melhora da prestação dos serviços ao resolver problemas trazidos por mudanças sociais e culturais e pelos próprios avanços tecnológicos.

Para a Agfa HealthCare, a solução de saúde móvel é uma nova e excitante fonte de inovação para o setor. Sua estratégia de marketing digital promove ações que conduzem hospitais, laboratórios e clínicas como facilitadores aos pacientes. Ultrapassando as barreiras da unidade física de saúde para o universo digital, a crescente busca por comodidade, segurança e produtos de excelência é refletida no desejo dessa nova geração em desfrutar de experiências positivas e, principalmente, ser bem atendida física e virtualmente.

       

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