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O SUFOCO DAS AUTOGESTÕES

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Com operações em geral estruturadas nas áreas administrativo-financeiras e de atendimento-cadastro e quase nada na atenção ao cuidado, onde deveriam prevalecer os programas de prevenção e de gerenciamento de doenças, as autogestões poderão se tornar inviáveis com o crescente aumento de custos pelas razões que todos conhecemos:

1. Envelhecimento da população

2. Inovações tecnológicas

3. Redução das taxas de fertilidade

4. Ampliação de direitos

5. Foco no atendimento da demanda e não nos cuidados

Um passo importante que ainda não tem sido levado em conta é a criação de uma Ouvidoria para acolher a demanda dos usuários, dos prestadores e dos demais envolvidos na operação, com o objetivo de mediar conflitos e atenuar as reclamações de todos os lados.

Assim, ao invés de administrarmos o benefício-saúde (ou pagar tratamentos) e tentar controlar seus custos, passaremos a fornecer informações de saúde, apoiando e aconselhando beneficiários, médicos e prestadores, com minimização da burocracia.

• Simplificação administrativa

• Aumento da confiança recíproca

• Satisfação do usuário

• Preocupação com a qualidade de vida

Por fim, a organização da carteira por grupos diagnósticos ou por condições de saúde semelhantes, permitirá uma dedicação integral e homogênea por parte dos gestores e dos profissionais de saúde.

Josué Fermon é Consultor em Saúde Suplementar e Ouvidor Certificado pela Associação Brasileira de Ouvidores – Ombudsmann.

jfermon.blogspot.com

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