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“Devemos aumentar a eficiência na gestão”,diz Gonzalo Vecina Neto

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O setor de saúde vivencia um momento delicado e complexo devido a crise econômica que assola o país. No ano passado, os planos privados somavam aproximadamente 47,9 milhões de usuários, porém de acordo com dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) entre dezembro de 2014 e junho de 2016, aproximadamente dois milhões de pessoas deixaram de ser beneficiárias de planos de saúde.

O cenário econômico se mostra desfavorável, como o setor de saúde deve se comportar durante e após a crise? Para entendermos melhor esses desdobramentos, conversamos com o médico Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Vecina Neto esteve a frente da Anvisa entre 1999 e 2003.

Questionado sobre o cenário que presenciamos, Vecina Neto afirmou que enxergava alguns sinais, não necessariamente de recuperação, mas que apontavam o final de um período de queda. Entretanto após os escândalos e as divulgações das delações, ele declara que passamos a viver um cenário de crise aberta, de forma muito abrupta.

Esse momento requer que o setor de saúde aumente a eficiência do funcionamento da gestão, ou seja,  gaste menos e gaste de forma melhor. Uma recomendação que ele estende para o setor privado e público, uma vez que precisamos melhorar o financiamento e a capacidade de gestão.

Cabe ao setor melhorar o modelo e a gestão, visto que é necessário elevar a garantia de acesso através da regulação. Vecina Neto se mostra enfático ao afirmar que a área da saúde deve melhorar seu modelo de assistência e melhorar sua capacidade de gestão administrativa:

“ O atual momento requer mais produtividade na administração do sistema”.

Dentro dessa dinâmica, devemos buscar resultados eficientes e confiáveis a um custo menor através da tecnologia:

“ As tecnologias estão a disposição do mercado para realização de processos produtivos mais enxutos e voltados para gerar valor para o cliente”.

Vecina Neto reitera, que esse é o caminho para a área da saúde alcançar mais eficiência e se aprofundar na governança, em especial nesse momento de crise que enfrentamos, visto que não podemos nos esquecer que estamos diante de um mundo digital em constante evolução.

       
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