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O que os melhores hospitais dos EUA têm em comum?

Desde 1970 a importante plataforma de conteúdo U.S. News & World Report publica um ranking dos 50 melhores hospitais dos Estados Unidos levando em consideração 16 especialidades e baseando as informações em dados para 12 dessas especialidades e na reputação através de pesquisa em outras 4 especialidades.

No ranking de 2016/17, percebemos uma coisa em comum nos 20 primeiros colocados: todos investem em sistemas de tecnologia da informação que permitem integração, interoperabilidade e conectividade de dados. Ou seja, são hospitais que sabem que hoje o foco deve estar no paciente e que este deve participar ativamente do cuidado da saúde, ou seja, a saúde deve ser conectada.

O cuidado da saúde é melhor quando a saúde é conectada

Somente com acesso às informações do paciente (histórico, exames, etc) é possível oferecer um cuidado de maior valor e altamente personalizado, integrando a maior quantidade de informação de todas as fontes possíveis (hospital, clínica, consultório, laboratório e paciente), disponibilizando os dados de forma ágil e prática e oferecendo dados analíticos destas informações.

Hoje, informação é o maior ativo de qualquer empresa, e tratando-se de saúde, isso torna-se ainda mais evidente. São elas que ajudarão nas tomadas de decisão tanto com relação à gestão quanto à assistência ao paciente.

A análise de dados pode prever situações e, com isso, melhorar a gestão da instituição. Facilidade de acesso a documentos e dados, redução de custo com repetição de exames e acompanhamento mais ágil de reinternações nos casos de doenças crônicas, são alguns exemplos de como a integração da informação pode favorecer a gestão de hospitais, clínicas e laboratórios.

Já na assistência ao paciente, o aceso aos dados do paciente gerados não só dentro da instituição, mas também pelos laboratórios e pelo próprio paciente permite que todos os profissionais envolvidos possam tomar decisões terapêuticas de forma mais assertiva. Também é possível avaliar questões epidêmicas ao cruzar dados de pacientes, ou até, desenvolver novas rotinas terapêuticas baseadas nestes dados.

Portanto, fica claro que o caminho da saúde no mundo é o investimento em tecnologias que possibilitem o armazenamento seguro, integração e acesso facilitado à informação. O futuro é a Saúde Conectada e ele já chegou.

       

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