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“O modelo de verticalização estava nos estrangulando”

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Depois de passar por momentos ruins, com uma dívida de cerca de R$ 30 milhões, a KTK, antiga K.Takaoka, buscou aprofundar a profissionalização da gestão para tentar se reerguer no mercado. ” A empresa estava muito focada nos problemas internos, nas dívidas, e esquecia de olhar para fora, olhar para o seu desenvolvimento”, conta o diretor-geral da KTK, Sammy Roger Edwald.

O executivo, que já havia feito parte da diretoria da empresa, foi convidado a retornar e tocar o projeto de reestruturação da companhia. O primeiro plano de Roger foi focar na expansão de novos produtos, visando sua presença no mercado.

“As mudanças já começaram a ocorrer no final de 2009 com o lançamento do SAT 500, um equipamento de alta tecnologia com garantia de cinco anos.” Em 2010, serão investidos R$ 1 milhão no lançamento de outros dois produtos: um equipamento de anestesia e um ventilador neonatal”, completa Roger.

Um outro passo importante que a empresa está dando é sair do modelo verticalizado de produção. “Isso estava estrangulando a KTK, evitando que ela tivesse um crescimento acelerado, devido a necessidade de investimento em todos os processos de produção desde o início até o equipamento pronto.” A ideia é que com esse processo de desverticalização a companhia ganhe em questão de agilidade de produção e de resposta ao mercado com condições de atender lotes maiores, além de atender licitações internacionais.

Os planos para 2010 também englobam parcerias de negócios. Com o foco nos países da Europa, Ásia e África, a KTK fechou contrato com um revendedor em Portugal e na África do Sul. A Turquia é um outro alvo da companhia, que atualmente exporta para mais de 30 países.

A participação em feiras internacionais é uma estratégia para que a KTK seja vista globalmente. “Estivemos presentes na feira Arab Health e pudemos fazer grandes rodadas de negócios durante os três dias de evento. Da mesma forma ocorreu durante a feira da Alemanha. São oportunidades indispensáveis.”

Para Roger as boas expectativas devem resultar num faturamento de R$ 60 milhões. Além disso, a estimativa é que os próximos anos registrem crescimento de 10%.

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