Referências da Saúde Quem foram os premiados da edição 2016? Confira agora

O dinamismo do mercado consumidor

Publicidade

Em setembro de 2010, no conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas pela Pesquisas Mensal de Emprego do IBGE (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre) a taxa de desocupação ficou em 6,2%, a menor para este mês, desde o início da série da pesquisa iniciada em março de 2002. A taxa teve queda frente a agosto (6,7%) e caiu 1,5 ponto percentual em relação a setembro de 2009 (7,7%). A média de janeiro a setembro da taxa de desocupação foi de 7,1% e teve uma redução de 1,3 ponto percentual em comparação com igual período do ano passado (8,4%).
Conheça outras análises macroeconômicas no portal do Iedi.

A população economicamente ativa (PEA) foi estimada em 41,46 milhões de pessoas em setembro, o que representou, em termos relativos, um aumento de 0,1%. Na comparação mensal (mês contra mesmo mês do ano anterior), as variações positivas com maior destaque foram: Outras atividades (5,7%), serviços domésticos (2,4%) e comércio e reparação de veículos (0,2%). Em sentido oposto, o declínio veio de indústria extrativa (-0,6%) e construção (-0,2%). Na comparação anual (nove primeiros meses deste ano frente a igual período de 2009), houve alta nos seguintes grupamentos: Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (3,5%), Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (5,9%) e dos Outros serviços (8,2%). Houve queda apenas o grupamento dos Serviços domésticos (-4,7%).
Os 22,282 milhões de ocupados das seis regiões metropolitanas contempladas pela PME, em setembro, distribuíram-se, principalmente, entre trabalhadores com carteira (11,3 milhões), trabalhadores por conta própria (4 milhões) e empregados sem carteira (4 milhões). Em termos relativos, frente a agosto, todas as categorias de posição na ocupação assinalaram incrementos.
Na comparação mensal (mês/ mesmo mês do ano anterior), o crescimento de 3,5% da população ocupada foi influenciado pelo aumento de 8,3% dos empregados com carteira assinada, seguido pelos empregadores (2,0%), com a única queda na categoria de trabalhadores por conta-própria (-0,1%). No acumulado entre janeiro e setembro de 2010, os resultados foram os seguintes: empregados com carteira assinada (6,4%), trabalhadores conta própria (2,0%), empregadoras (2,3%), empregados sem carteira assinada (-0,6%) e trabalhadoras não remuneradas (-12,5%).
Setorialmente, a ocupação nas seis regiões metropolitanas pesquisadas apresentou os seguintes destaques na passagem agosto para setembro: Outras atividades (5,7%) e Outros serviços (1,4%). Em sentido contrário, principalmente: Indústria extrativa (-0,6%) e Construção -0,2%).
Na comparação entre setembro de 2010 e setembro de 2009, o destaque foi a elevação da ocupação na indústria extrativa (3,5%), Outros serviços (8,2%), Administração pública (5,9%) e na construção (2,5%). Em sentido oposto, o declínio veio de Serviços domésticos (-4,7%). No confronto entre janeiro-setembro de 2010 frente 2009, as variações acumuladas de maior intensidade foram: Outras atividades (10,7%), Construção (7,7%), Outros serviços (6,4%) e Intermediação financeira (4,5%).
Rendimento Médio Real. O rendimento médio real dos trabalhadores, que foi de R$ 1.499,00 em setembo, cresceu 1,3% no mês e 3,0% no ano. Em relação a agosto houve alta em Recife (1,9%), Salvador (1,2%), Rio de Janeiro (2,7%), São Paulo (0,4%) e Belo Horizonte (1,7%). Frente a setembro do ano passado, todas as regiões tiveram alta: Recife (13,5%), Belo Horizonte (11,4%), Rio de Janeiro (8,8%), Porto Alegre (7,5%), Salvador (5,9%) e São Paulo (3,1%).
Você tem Twitter? Então, siga  http://twitter.com/SB_Web e fique por dentro das principais notícias do setor.
 

Publicidade

Notícias como essa no seu e-mail

Faça como mais de 20.000 profissionais do setor de saúde e receba as últimas matérias no seu email.

Deixe uma resposta