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Novos rumos para qualidade e segurança em Saúde serão abordados em Congresso Internacional de Acreditação, que acontece em junho no Rio

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Excelência na qualidade e segurança clínica: impactos, resultados e caminhos. Esse é o tema central do I Congresso Internacional de Acreditação, que acontecerá de 13 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Entre a programação, duas conferências, um painel e uma mesa redonda merecem especial destaque, seja pela importância do palestrante ou pelo tema a ser apresentado: desafios para superar problemas de qualidade no atendimento e segurança do paciente, a importância da liderança para melhorar esses cuidados. Ou ainda, duas discussões voltadas para o paciente – o papel da bioética e do biodireito na questão do paciente como agente de decisão no seu cuidado e a acreditação para operadoras de planos de saúde e sua interface com o mercado.
Abrindo o evento, o presidente da The Joint Commission (EUA), Mark Chassin, falará sobre Os Desafios para Qualidade e Segurança no Cuidado ao Paciente. Mestre em políticas públicas pela Kennedy School of Government, de Harvard, e em saúde pública pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Chassin preside o Centro de Transformação em Cuidados de Saúde da Joint Commission, que trabalha com os principais hospitais e sistemas de saúde dos Estados Unidos, abordando questões mais críticas de segurança e problemas de qualidade no atendimento como, infecção associada à assistência médica, problemas de comunicação entre equipes e turnos, cirurgia do lado errado e erros de medicação, por exemplo.
Presidente da Sociedade Internacional para Qualidade em Cuidados de Saúde (ISQua, sigla em inglês) e da Rede Canadense de Cirurgias Internacionais, Philip Hassen, abordará O Papel da Liderança na Promoção da Acreditação para Melhorar a Qualidade do Cuidando ao Paciente. Para o conferencista, a compreensão da importância estratégica de liderança é fundamental para a melhoria da qualidade e da segurança do paciente. Segundo ele, é inaceitável que em muitos países desenvolvidos, um em cada dez pacientes hospitalizados ainda sofra algum dano motivado pela falta de segurança ou de qualidade no atendimento. Hassen defende que a acreditação pode melhorar as estruturas, processos e resultados e, sobretudo, reduzir os danos e habilitar as organizações a melhorar a qualidade e segurança.
A mesa redonda Bioética, o Paciente como Agente de Decisão de seu Cuidado promete levantar polêmica face à relevância das questões a serem abordadas. Advogados especializados no tema, representantes da Associação Médica Brasileira e da Sociedade Brasileira de Bioética debaterão sobre o direito a recusa do tratamento, o direito à segunda opinião e o direito na participação do cuidado.
O painel Acreditação para Operadoras de Planos de Saúde, com o depoimento da presidente do NCQA, Margaret O’Kane, e as participações do presidente da Bradesco Saúde, Márcio Coriolano, e do assessor da Superintendência Técnica da Amil, Paulo César de Souza, é outra discussão que deve levantar reflexões sobre a acreditação para operadoras de planos de saúde, serviço ainda incipiente no mercado brasileiro. A melhoria do relacionamento entre operadora, prestadora e contratante de serviço e, clientes serão pontos abordados pelos convidados.

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