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Novos aparelhos de ressonância magnética são testados na USP de São Carlos

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Dois novos aparelhos estão em fase de testes pelo Grupo de Ressonância Magnética (MRI) da USP de São Carlos. O insert de cabeça, que deve ser acoplado ao tomógrafo, proporciona imagens tridimensionais, com resolução maior e isotrópica. Entre as vantagens, está a obtenção de imagens rápida para o estudo da hemodinâmica do cérebro.
Os aparelhos atualmente disponíveis não possuem essa tecnologia e não têm a mesma resolução em todas as dimensões.
Os resultados podem ser fornecidos em CD-Rom, junto a um aplicativo de visualização em três dimensões, mas o recurso ainda não pode ser aplicado clinicamente. A legislação determina que os laudos sejam feitos em chapas.
O equipamento foi instalado para testes no tomógrafo da Santa Casa de São Carlos.
O outro equipamento, o ArtroToRM, é mais compacto e mais barato que os tomógrafos tradicionais, com abertura de 20 cm, e também pode ser usado para imagens tridimensionais. A principal aplicação do ArtroToRM é para ressonância magnética de articulações.
O custo mais baixo se deve à redução da área a ser exposta ao campo magnético, que também proporciona mais nitidez nas imagens, porque as condições de imobilização são melhores.
O produto deve estar disponível para uso clínico em um ano e meio.

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Os aparelhos atualmente disponíveis não possuem essa tecnologia e não têm a mesma resolução em todas as dimensões.
Os resultados podem ser fornecidos em CD-Rom, junto a um aplicativo de visualização em três dimensões, mas o recurso ainda não pode ser aplicado clinicamente. A legislação determina que os laudos sejam feitos em chapas.
O equipamento foi instalado para testes no tomógrafo da Santa Casa de São Carlos.
O outro equipamento, o ArtroToRM, é mais compacto e mais barato que os tomógrafos tradicionais, com abertura de 20 cm, e também pode ser usado para imagens tridimensionais. A principal aplicação do ArtroToRM é para ressonância magnética de articulações.
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