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Novo Nordisk firma parcerias para pesquisar diabetes no Brasil

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A Novo Nordisk, empresa que oferece produtos para o tratamento do diabetes, anunciou a doação de US$ 100 mil para a criação de dois projetos no Brasil que visam a melhoria do tratamento dos pacientes com diabetes. Os programas serão realizados em parceria com o Núcleo Diabetes Coração do InCor HC-FMUSP e a Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes (FENAD). O projeto-piloto, que será realizado em parceria com a FENAD, tem o objetivo de apresentar ao governo brasileiro novas possibilidades para o tratamento de pacientes com diabetes, com gastos menores. Serão investidos U$ 70 mil, em um período de um ano a partir de 2005, em três centros de tratamento do país, com cerca de 150 pacientes no total.
Cada uma das instituições terá uma equipe multidisciplinar composta por médico, enfermeira e nutricionista que vai orientar e acompanhar pacientes com níveis de controle inadequados. Os participantes receberão um glicosímetro (aparelho para medir o nível de glicose no sangue) e serão orientados a obter um bom controle do diabetes para uma melhor qualidade de vida. O tratamento seguirá as orientações oficiais do Ministério do Saúde.
O segundo projeto compreende uma parceria com o Núcleo Diabetes Coração do InCor HC-FMUSP, em São Paulo, e tem o objetivo de treinar cardiologistas e clínicos gerais para um melhor acompanhamento dos pacientes que possuem diabetes. Ao longo de 2005, serão realizados dez cursos, cada um com cerca de 20 médicos. O projeto terá o acompanhamento de um grupo de diabetologistas que coordena o tratamento de pacientes com diabetes e doenças cardíacas no InCor.
Este programa terá como base o DAWN (Atitudes, Desejos e Necessidades das pessoas com diabetes), maior estudo global já realizado com pacientes portadores de diabetes e profissionais da área da saúde – conduzido pela Novo Nordisk com o apoio da Federação Internacional de Diabetes (IDF) – que teve como foco principal os aspectos psico-sociológicos dos pacientes.
O estudo – que foi realizado em 13 países – entrevistou mais de 9,4 mil pessoas entre adultos com diabetes, médicos e profissionais da área da saúde envolvidos diretamente com o seu tratamento. Uma das conclusões mais importantes do estudo mostrou que menos de 50% dos médicos sentem-se capazes de identificar e avaliar as necessidades psicológicas do paciente.

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