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Novas tendências em tecnologia para saúde

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O foco em agilizar o trabalho médico, integrar departamentos, reduzir custos e dar segurança as informações tem resultado na busca cada vez mais constante dos hospitais pela informatização. Laboratórios farmacêuticos e operadoras de planos de saúde também participam do cenário tecnológico no setor da saúde. As concepções do diretor da Veus Technology, Marcelo Botelho, vão além: “A tecnologia neste segmento nunca esteve tão aquecida. Está havendo uma série de aquisições, fusões e novas diretrizes, afinal a crise não deixou que essas empresas se retraíssem”.
Com a certeza de um cenário promissor, Botelho aposta em novas tendências em tecnologia para saúde. Dentre elas, o Critical Test Result Management, utilizado em redes hospitalares em outros países, que está em fase de teste no Brasil. O sistema consiste em um alerta médico, que permite que a informação médica seja encaminhada ao profissional dentro da unidade hospitalar. “Em grandes complexos hospitalares, em uma situação de emergência o médico precisa ser encontrado o quanto antes, e falta tecnologia em plataformas móbile ou de torpedo para isso”, explica.
Para o iPhone, por exemplo, a Veus acaba de conseguir um certificado de desenvolvimento de soluções junto a Apple. Está sendo desenvolvido um software que poderá ser instalado no aparelho e facilitar o acesso de médicos e pacientes a informações laboratoriais.
“Há uma série de tendências em tecnologia, uma destas mobilidades é você criar facilidade, conceder ao paciente e ao médico todos componentes da cadeia, a facilidade da ferramenta de acessar dados com segurança, entre outros. O acesso pelo celular pode ser mais seguro do que pelo desktop, inclusive isso é compartilhado por grandes players mundiais. Quem está nesse processo quer ter integração com módulos de diagnósticos através de iPhone e do G1 que está chegando por aí”, argumenta Botelho.
O executivo afirma que hospitais privados têm investido fortemente nas ferramentas da TI, em especial voltadas para a área médica. Segundo ele, as instituições que não aderirem à tecnologia estarão num caminho sem volta. “As pessoas pedem por facilidade, e a relação médica ultrapassa a questão da tecnologia. Não consigo imaginar daqui há 20 anos um hospital sem a TI, preconizo que será no mínimo o básico”, enfatiza.
O investimento para aderir às novas tecnologias podem variar entre R$ 100 mil e R$ 10 milhões, de acordo com a ferramenta que o hospital está interessado em adquirir. Na visão do executivo, os hospitais de pequeno porte estão focados na integração digital, enquanto os maiores estão sendo pressionados pelo mercado.

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