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Nova UPA do Rio pode atender 9 mil pessoas por mês

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A prefeitura do Rio de Janeiro abriu neste domingo (12) uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) no bairro Engenho de Dentro, na zona norte da capital. A nova unidade tem capacidade para atender 9 mil pessoas por mês.

 

A criação da unidade amplia a rede básica de saúde, estratégia para diminuir as filas dos hospitais e melhorar o atendimento. A prefeitura anunciou que na próxima semana Madureira, também na zona norte, receberá uma unidade.

Equipada com consultórios médicos e odontológicos, sala de imobilização e sutura, laboratório de análises clínicas e raio X, a UPA de Engenho de Dentro também tem farmácia, e oferece serviços de coleta de sangue, nebulização, além de eletrocardiograma.

Com todos esses equipamentos, o prefeito Eduardo Paes disse, na inauguração, que quer preencher uma lacuna na rede de saúde, que foi deixada de lado. “Venham para a UPA. Não precisam mais ir para fila de hospital”, disse à população.

Fugir das demoradas filas de hospitais é o desejo da telefonista Maria Édina, de 47 anos, moradora do bairro. “Muita gente morre sem atendimento, sem conseguir chegar aos hospitais. Como a UPA, espero que isso não aconteça aqui.”

Mãe de uma menina de um ano, Blenda Mara, de 17 anos, quer assistência médica mais fácil. “Tenho um plano particular, mas que não cobre tudo. Vou aos hospitais Salgado Filho e do Andaraí. Agora, tenho a UPA, mais perto de casa”, afirmou.

O secretário estadual de Saúde, Sérgio Cortes, que também participou do evento, lembrou que as unidades de Pronto-Atendimento complementam a rede, formada pelas clínicas da Família e suas equipes, além dos hospitais.

“Fica mais fácil para um médico pegar um caso que já teve acompanhamento do que um caso que nunca teve”, afirmou. Segundo ele, com a integração das UPAs à rede, os casos de mortalidade pós-infarto no estado caíram 50%.

A UPA de Engenho de Dentro exibirá obras do Museu de Imagens do Inconsciente. As peças foram produzidos sob coordenação da médica Nise da Silveira, ícone da reforma psiquiátrica no Brasil.

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