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Aedes aegypti x Big Data: Case de empresa brasileira

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A Neosprecta, fundada em 2014, utiliza técnicas de sequenciamento de DNA combinadas a um software próprio de análise molecular em larga escala para entregar relatórios rápidos e assertivos de atividades virais ou bacterianas.

A startup tem a solução que já vem sendo aplicada em empresas para proteger seus produtos de possíveis áreas de contaminação, em contextos hospitalares, fábricas de alimentos e farmacêuticas detectando até mesmo o Zika Vírus e outros transmitidos pelo Aedes Aegypti.

O sistema Epiome consegue identificar e diagnosticar testes para até 50 mil pessoas em 2 semanas. A visualização de dados em mapa pode prevenir epidemias e surtos ou direcioná-los de uma forma mais efetiva, como um radar que identifica a presença de microrganismos que estão no escopo da detecção.

A companhia tem despertado o interesse de investidores e instituições na área da saúde, combinando big data a metagenômica. Ainda em 2014, a Neosprecta conseguiu aportes de R$ 4 mihões do CVenture da Fundação Certi e recentemente, o grupo Santa Helena Saúde fechou parceria para implementação do seu projeto.

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