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No Rio de Janeiro, prevalência de hipotiroidismo é maior do que na Europa

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A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) realizaram uma pesquisa conjunta, utilizando metodologia e critérios do IBGE, para um estudo epidemiológico de hipotiroidismo em mulheres a partir de 35 anos. Os pesquisadores concluíram que a prevalência é de 12,3%, maior do que as médias européias e americanas, e que 7,1% das mulheres que possuíam da doença não sabiam ou não se tratavam.
Os dados indicaram que as mulheres brancas e jovens estão mais suscetíveis que as negras e que, das que apresentaram baixos níveis de TSH, 34% já usaram fórmulas de emagrecimento e 11% ainda usavam dois meses antes da coleta. A substância T3, presente nas fórmulas, pode levar à disfunção da tiróide.
Para a realização da pesquisa, a cidade do Rio de Janeiro foi dividida em cem setores, em cada setor foram escolhidos 15 domicílios e em cada domicílio, uma mulher. As 1,5 mil mulheres foram submetidas à coleta de sangue e as amostras foram analisadas pelo Laboratório Fleury.

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