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Ministério quer aprimorar Samu, Farmácia Popular, QualiSUS e Brasil Sorridente

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Durante a abertura do fórum “Jornal do Comércio discute saúde: quatro programas para um país digno”, que aconteceu hoje (13/10) em Recife, o ministro da saúde, Humberto Costa, anunciou que o Ministério tem planos de ampliar quatro programas destinados a melhorar o atendimento à população de baixa renda, lançados neste e no ano passado. De acordo com informações da Agência Brasil, um dos programas é o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), acionado por ligação telefônica para o número 192, que tem como finalidade prestar socorro à população. Atualmente, o serviço beneficia 47 milhões de pessoas no país, em 174 municípios. Em 2005, toda a população brasileira poderá contar com o serviço pré-hospitalar móvel, que estará integrado à frota de ambulâncias e helicópteros da Polícia Rodoviária Federal.
O programa Farmácia Popular, que prevê a venda de medicamentos com descontos e que hoje conta com 25 unidades de atendimento em seis cidades, tem como meta chegar a 100 pontos de vendas, até o final do ano, nas regiões metropolitanas e principais aglomerados urbanos. O ministro informou que Pernambuco receberá as duas primeiras unidades do programa nas próximas semanas, uma na Avenida Caxangá, em Recife, e a outra na Avenida Carlos Lima, em Olinda.
Costa também afirmou que estão previstos investimentos de R$ 1,3 bilhão até 2006, para ampliar o programa Brasil Sorridente, que garante assistência odontológica aos cidadãos de todas as faixas etárias da população. Atualmente, dos 67 centros de especializados instalados em 40 cidades de 15 estados, cinco funcionam em Pernambuco.
De acordo com o ministro, o programa de Qualificação de Atenção à Saúde do Sistema Único de Saúde (QualiSUS) receberá investimentos de R$ 640 milhões nos próximos dois anos. O programa, já em funcionamento em algumas das principais emergências das capitais brasileiras, visa a melhorar o atendimento dos usuários do SUS, desde o acolhimento até o atendimento médico, com prioridade para os casos mais graves.

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