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Medidas conectadas para aumentar a saúde da população que está envelhecendo

Não é mais novidade que a pirâmide etária está invertendo: se hoje o número de jovens é maior que o de idosos, a expectativa é que a partir de 2020 ela se inverta, ou seja, em alguns anos teremos mais idosos do que jovens.

A questão que esta inversão traz é o dos cuidados com a saúde. Uma população prioritariamente velha demanda maiores cuidados, apresenta mais doenças crônicas e, portanto, demanda mais recursos dos sistemas de saúde entre consultas, exames, medicamentos e internações.

Prevenção e informação são peças chave na sustentabilidade desta nova realidade da saúde

Sob esta nova ótica, é preciso investir em inovação com foco no atendimento preventivo. Mesmo em caso de doenças já instaladas, ter acesso aos dados do paciente em tempo real, manter suas informações médicas organizadas e de fácil acesso a todos os envolvidos com os cuidados do paciente permitem evitar agravamento de quadros, evitar repetição de exames desnecessários e até minimizar internações.

Coletar e manter os dados médicos de cada paciente acessíveis torna possível monitorar sinais vitais como frequência cardíaca, nível de atividade física, exames realizados, prontuário médico clínico e hospitalar. Quando a equipe responsável pelos cuidados com o paciente, incluindo médicos, laboratórios, terapeutas de apoio, cuidadores, familiares e o próprio paciente, tem acesso às informações, a tomada de decisões torna-se mais assertiva e a intervenção pode ser mais precoce.

Conectividade liderando os avanços na saúde

Para tornar isso tudo viável, é preciso pensar na saúde conectada. Ou seja, é necessário implementar estratégias que liguem todos os dados, aplicações e processos para prover acesso fácil aos arquivos do paciente e sua análise em tempo real.

Estas estratégias devem contar com:

  • Interoperabilidade – Diferentes sistemas compartilham dados permitindo integração entre esses e também acessos por diferentes aparelhos e equipamentos.
  • Análise Ativa – Informações analíticas e insights entregues em tempo real para tomadas de decisão rápidas e assertivas.
  • Engajamento de pacientes e comunidades médicas (equipes) – Possibilita a interação mais eficaz e efetiva entre o paciente e a equipe de assistência levando ao cuidado coordenado entre as especialidades, maior segurança e satisfação do paciente e melhores resultados nos tratamentos.
  • Database com sistema unificado – A unificação do Sistema de Informação de Saúde (do inglês Healthcare Information System – HIS) onde uma base de dados única armazena e compartilha todos os arquivos do paciente e ainda com a possibilidade de interoperabilidade.

 

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