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Médicos dão dicas para aproveitar o Carnaval sem culpas – Parte 2

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DST e outras doenças transmitidas por vírus – No Carnaval, as pessoas vão às ruas, por vezes, esquecendo-se de cuidados secundários para o momento tais como: alimentação adequada ou atenção a alimentos adquiridos na rua e sexo seguro.

O contato com numerosas pessoas mais aglomeradas facilita a transmissão de diversos agentes infecciosos, tais como vírus – a exemplo dos causadores do resfriado comum e da gripe e bactérias – responsáveis por casos de amigdalites

Se você estava cansado de ouvir sobre Gripe Suína, Meningite C e Dengue, aqui vai uma notícia: no Carnaval, a alegria de todos também aumenta as taxas de DSTs.

Muita música, descontração, bebida alcoólica e sensualidade fazem parte dessa euforia contagiante, que aproxima as pessoas. O clima é mágico, propício para os freqüentes e calorosos beijos e tudo mais. O problema não é o fato em si – já que seria uma questão comportamental -, mas sim como tudo é feito.

O contato mais íntimo como o beijo, possibilita, ainda, a transmissão de vírus Herpes simples, sendo maior a possibilidade quanto maior o número de parceiros beijados. Isso explica a freqüência aumentada dessas afecções no período pós-carnaval.

Ainda nessa linha, cabe a preocupação com a prática do sexo seguro, ou seja, realizado com o uso do preservativo.

“Deixar água parada, não se vacinar e não usar camisinha é, com certeza, ‘uma água na cerveja’, ‘um confete na boca’ ou ainda uma marcha fúnebre na sua marchinha de carnaval”, alerta o infectologista.

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