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Médicos comemoram benefícios para produção nacional

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Com a sanção da Lei Nº 12.349/2010, que incentiva a compra de bens e serviços nacionais pelo Estado, a indústria médico-hospitalar e odontológica brasileira espera uma redução no déficit da balança comercial do setor, registrado em US$ 2,2 bilhões em 2009.
Assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta última quarta-feira (15) a nova lei segue para regulamentação através de decreto presidencial. Para a Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos Médico-Hospitalares e Odontológicos (ABIMO), a lei figura como ação essencial para a redução das importações do setor, que registrou em 2009 um déficit de US$ 2,2 bilhões na balança comercial.
Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO), Franco Pallamolla, o saldo negativo da balança segue na contramão da capacidade instalada no país, no qual a produção é capaz de abastecer até 90% da demanda de um hospital nos padrões atuais.
Ainda de acordo com ele, esse cenário é reflexo de dois entraves enfrentados pela indústria na competição com produtos estrangeiros: os altos ônus fiscais agregados à atividade fabril e as legislações que desfavorecem a aquisição de artigos brasileiros.
“As importações demonstram que há demanda interna e que o país tem muito para crescer. O incentivo à compra de produtos brasileiros pelo governo é fundamental para garantirmos o desenvolvimento sustentável do Complexo Industrial da Saúde”, disse Pallamolla, em comunicado.

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