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Mater Dei é validado como Centro de Excelência

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A Rede Mater Dei de Saúde acaba de ser validada pelo Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente (IBSP) como Centro de Excelência no Controle e Prevenção do Tromboembolismo Venoso. “Para nós da Rede Mater Dei de Saúde ser o primeiro hospital do Brasil a receber essa validação de Excelência em Prevenção de Tromboembolismo Venoso do IBSP é motivo de muita celebração, pois é mais uma das evidências que construímos no dia a dia do nosso compromisso com a qualidade pela vida”, afirma Daniela Pagliari, diretora técnica da Rede. A maturidade do Protocolo de Prevenção do Tromboembolismo Venoso (TEV) foi destaque durante a primeira avaliação do IBSP com enfoque na TEV no Brasil.

O tromboembolismo venoso é uma doença silenciosa com alta prevalência entre pacientes hospitalizados e que pode levar à morte. É a principal causa de morte em pacientes hospitalizados e que pode ser prevenida. A prevenção do tromboembolismo é feita com medidas simples e acessíveis a todos. No entanto, garantir a realização de forma adequada dessa profilaxia é um grande desafio. Ou seja, garantir que cada paciente receba o remédio na dose adequada de acordo com seu risco de desenvolver tromboembolismo durante a internação hospitalar é o maior desafio das organizações de saúde.

O risco varia de acordo com a história e condições clínicas de cada paciente além dos motivos que levaram o mesmo à internação. A profilaxia pode ser feita com deambulação, medicamento oral, subcutâneo ou com compressor mecânico pneumático. Para que um paciente esteja protegido, ele deve usar os medicamentos ou receber os compressores pneumáticos ajustados para cada risco. No Brasil, as taxas de adequação nos pacientes clínicos gira em torno de 59% e nos cirúrgicos de 46%. No mundo, esses índices são de 40% e 59% respectivamente (ENDORSE Study Lancet, 2008).

A Rede Mater Dei de Saúde tem trabalhado o tema desde 2009. Inicialmente o protocolo era gerenciado por uma equipe multidisciplinar com apoio dos médicos Jefferson Pena e Roberto Zambelli. Atualmente existe um processo semi-automatizado em que o médico realiza a avaliação do risco e prescreve a profilaxia e as equipes de enfermagem e farmácia clínica acompanham, em tempo real, a execução da mesma.

Segundo Dr. Branco, presidente do IBSP, o grande valor do Protocolo Mater Dei é a sustentabilidade dos resultados. Desde 2015, os resultados de adequação da profilaxia foram progressivamente crescendo em um processo de melhoria contínua. Nos pacientes clínicos essa taxa era de 58% em 2015, alcançou 65% em 2016, chegando a 81% em 2017. Já no paciente cirúrgico era de 68% em 2015, foi de 85% em 2016 estando em 88% atualmente.

Os melhores índices de adequação no mundo, segundo Dr. Branco, são do Hospital Johns Hopikns nos Estados Unidos com índices próximos a 95% de taxa de adequação sendo que essa organização levou cinco anos para conseguir atingir este nível.

“A oportunidade de dividir o trabalho realizado na Rede Mater Dei com a equipe do Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente foi uma experiência única. Eles nos ajudaram a olhar nosso processo por outros ângulos e, sem dúvida, essa validação serviu para nos motivar ainda mais nesta busca pela meta de 100% de adequação da profilaxia”, destaca a Diretora Técnica da Rede Mater Dei de Saúde, Daniela Pagliari.

Outro destaque levantado pela equipe do IBSP diz respeito ao envolvimento do corpo clínico como fator imprescindível para a conquista dos nossos resultados. O apoio da alta direção e a governança clínica madura são fatores fundamentais para a geração de segurança e a qualidade assistencial.

       
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