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Marca-passo gástrico deve chegar ao Brasil em 2006

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O FDA (Food And Drug Administration), órgão americano que regula medicamentos e alimentos, deve aprovar no próximo mês a utilização do marca-passo de uso gástrico, nos Estados Unidos. O novo aparelho, indicado ao combate à obesidade leve (IMC 30 e 35), produz estímulos no estômago, por meio de um ou dois fios, causando alterações que diminuem a sensação de fome e aumentem a saciedade. No Brasil, após a aprovação do FDA, será necessário o aval do Ministério da Saúde. A expectativa é de que a tecnologia chegue ao Brasil no ano que vem, sob a coordenação do médico Nilton Tókio Kawahara no Centro Integrado de Prevenção e Tratamento de Obesidade do Hospital Sírio Libanês. Cerca de 700 pacientes no mundo utilizam o aparelho, sendo 350 nos EUA. Apesar de estar em fase final de testes, o marca-passo comprovou bons resultados: os paciente perderam cerca de 35% do excesso do peso, o que gira em torno de 15 a 20% do peso total.

O marca-passo é do tamanho similar ao de uma caixa de fósforos e pesa apenas quatro gramas. O aparelho é implantado na camada de gordura da parte superior interna da barriga, dentro da caixinha estão eletrodos que emitem ininterruptamente uma corrente elétrica para a parede externa do estômago. Com isso, o aparelho digestivo se movimenta mais lentamente por meio de suaves descargas elétricas durante a fase de ingestão do alimento. Isso provoca a dilatação do órgão e gera a sensação de saciedade, e conseqüentemente o menor consumo de alimento e a perda do peso.

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O marca-passo é do tamanho similar ao de uma caixa de fósforos e pesa apenas quatro gramas. O aparelho é implantado na camada de gordura da parte superior interna da barriga, dentro da caixinha estão eletrodos que emitem ininterruptamente uma corrente elétrica para a parede externa do estômago. Com isso, o aparelho digestivo se movimenta mais lentamente por meio de suaves descargas elétricas durante a fase de ingestão do alimento. Isso provoca a dilatação do órgão e gera a sensação de saciedade, e conseqüentemente o menor consumo de alimento e a perda do peso.

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