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Laboratórios oficiais devem atuar de forma coordenada

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Os laboratórios oficiais devem atuar de maneira coordenada e organizada para garantir que as expectativas e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS), no que se refere à produção e oferta de medicamentos considerados estratégicos, sejam atendidas. Para isso, devem atuar em rede, utilizando da maneira mais racional possível os investimentos públicos e adotando estratégias conjuntas para melhorar a capacidade de produção. Essas são algumas das principais conclusões do seminário “Produção Oficial de Medicamentos: diagnóstico, limitações e perspectivas”, encerrado ontem em Brasília (DF). Representantes do Ministério da Saúde, dos laboratórios oficiais, dos conselhos nacional de secretários estaduais e municipais de Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária debateram as principais dificuldades do setor e desenharam um panorama com alternativas para superá-las.
O diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, Norberto Rech, avaliou que o seminário termina com excelentes resultados: “Pela primeira vez, gestores, representantes de laboratórios oficiais e secretários de saúde se unem para discutir as bases iniciais de construção de uma política pública para o setor”, disse. E prosseguiu: “Isso é muito mais do que usar a lógica de parceria; é exercitar a construção coletiva do SUS”.
Rech anunciou que até a primeira quinzena de agosto devem ser definidas as alocações prioritárias de recursos para investimentos prioritários nos laboratórios oficiais, tanto para este quanto para os próximos anos. Essa distribuição, segundo afirmou, levará em conta as conclusões do seminário.
O ministro Humberto Costa defendeu a atuação conjunta dos laboratórios: “Vamos compor um sistema de laboratórios públicos, garantindo a qualidade, a segurança e a eficácia dos medicamentos produzidos”, disse. O ministro enfatizou que fortalecer os laboratórios oficiais significa a possibilidade concreta de reduzir custos e ampliar as compras públicas de medicamentos. “Para garantir o acesso de quem precisa dos medicamentos, temos que aumentar a produção”, resumiu.
Fonte: Agência Brasil

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