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Ipen inaugura produção nacional de radioisótopos para a saúde

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O Ipen inaugura hoje, em São Paulo, as unidades produtivas de quatro radioisótopos essenciais ao diagnóstico e terapia de várias doenças, baixando os custos para o tratamento do câncer no Brasil. A produção em laboratórios próprios dos radioisótopos Tecnécio-99, Tálio -201, Iodo-131 e Gálio-67 vai significar uma economia de mais de US$ 1 milhão/ano, uma redução de 29% dos custos do Ipen com a importação desse material radioativo. A inauguração marca as comemorações de 47 anos do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – Ipen. O instituto integra as ações da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, organismo do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Essenciais para procedimentos médicos, como no diagnóstico de várias doenças e tratamento de vários tipos de tumores, esses radioisótopos são distribuídos pelo Ipen para mais de 300 hospitais que atendem anualmente em torno de 2 milhões de pessoas em todo o País.
O Tecnécio-99 é usado para localização de lesões cerebrais, em estudos de tireóides e cintilografia gástrica. O Tálio-201 é utilizado principalmente para a detecção de doenças cardíacas. Somente no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo, são realizados cerca de mil exames por mês para identificar doenças coronarianas.
O radioisótopo Gálio-67 é injetado no organismo humano para a localização de tumores em tecidos moles e lesões inflamatórias. O Iodo-131, como Iodeto de Sódio, é utilizado para estudos e tratamento das funções da glândula tireóide.

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