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Interoperabilidade Estratégica

Instituições de atendimento e cuidado à saúde em todo o mundo estão passando por grandes desafios: a população está envelhecendo e condições crônicas são cada vez mais comuns, ao mesmo tempo que, com as novas tecnologias, o conhecimento médico aumenta com novos exames e técnicas diagnósticas e terapêuticas.

A cobrança por mais qualidade, acessibilidade e eficiência na atenção à saúde torna-se ainda maior. Como, então, atender estas demandas mantendo o equilíbrio entre estas demandas e os resultados?

Saúde conectada é o caminho para melhores cuidados médicos

Para transformar o atendimento e cuidado à saúde é preciso compartilhar informações de forma a conectar as comunidades médicas, laboratoriais, científicas e população em geral.

Com a habilidade de trocar e interpretar dados compartilhados entre múltiplos sistemas e dispositivos através de diversas organizações – hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios e o próprio paciente – é possível melhorar o nível do cuidado em saúde para indivíduos e comunidades inteiras.

Além disso, tendo a interoperabilidade como meio de compartilhamento numa organização, é possível melhorar, também, os resultados econômicos. Coordenar melhor equipes, leitos, dispensa de medicamentos e evitar repetição de exames são alguns exemplos de como o uso analítico da informação pode gerar valor.

Informação para tomada de decisão

Mais do que reunir diferentes tecnologias, a interoperabilidade possibilita o acesso às informações certas, para as pessoas certas, no momento certo possibilitando que as tomadas de decisão sejam mais assertivas trazendo mais qualidade ao cuidado com a saúde e maior eficiência operacional. Isso é o que chamamos de saúde conectada.

Com uma tecnologia de interoperabilidade a instituição poderá:

  • Coordenar e gerenciar os cuidados em saúde da população;
  • Melhorar a comunicação entre hospitais, clínicas, laboratórios, fornecedores, pacientes e familiares;
  • Conectar dispositivos, softwares e instituições de saúde;
  • Aumentar a segurança reduzindo os riscos de erros médicos;
  • Reduzir duplicidade de serviços fornecendo históricos abrangentes dos pacientes e, assim, reduzindo custos;
  • Permitir o intercâmbio de informações sobre saúde que podem levar a novos conhecimentos e práticas diagnósticas e terapêuticas além do controle de doenças e epidemias.

A interoperabilidade pode ir muito além da conexão de sistemas e dispositivos, passando a ser a base estratégica das instituições de saúde.

Já está revendo suas estratégias passando a ter como base a informação através da interoperabilidade?

       

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