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INTERFARMA e Biominas selecionam projetos para a inovação em saúde

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O programa BioStartUp Lab, que promove o empreendedorismo de empresas startups, selecionou 21 projetos ligados à saúde para serem aperfeiçoados e apresentados ao mercado. Os trabalhos incluem novas moléculas com potencial para se tornarem medicamentos, suplementos alimentares, aplicativos ligados à saúde e ao bem-estar, além de outras tecnologias. Agora, os novos empreendedores entram na fase de aceleração, em que os seus projetos serão aprimorados para um futuro lançamento.

O projeto já teve três rodadas anteriores, com 1.210 pessoas inscritas em 410 projetos, de 137 instituições de ensino e pesquisa em 18 estados brasileiros e nove países. Essa quarta rodada, feita em parceira entre a Biominas Brasil e a INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), é exclusiva para projetos inovadores em saúde.

Para a rodada 2017, realizada em parceria com a INTERFARMA, foram analisados projetos de 351 empreendedores de 100 instituições, localizadas em 62 cidades brasileiras e outros dois países – Argentina e Iraque. Dessas propostas, o programa selecionou 78 projetos em diferentes estágios. As startups mais incipientes, que ainda são projetos dentro de uma universidade, responder por 26 projetos. Já as mais avançadas, com produtos lançados ao mercado, tiveram 15 projetos selecionados. Mas a maioria (37) está na fase intermediária.

Destes, a maior parte se enquadra no modelo de projeto em Saúde Humana, com 47 projetos. Aqui, estão inclusos moléculas com potencial para serem medicamentos e suplementos alimentares, entre outros. E os demais 31 projetos são ligados à tecnologia, como aplicativos para a saúde.

“Existem no Brasil muitos entraves para a inovação, como a resistência das universidades em trabalhar com a iniciativa privada e a própria iniciativa privada, em assumir os riscos da inovação. É preciso superar essas resistências para que se possa criar um ambiente favorável, objetivo também perseguido por essa iniciativa, que incentiva a inovação desde sua fase de projeto”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA.

A INTERFARMA e suas associadas entendem que existe ciência de alta qualidade na academia, mas há também uma deficiência no processo inovador. Ao oferecer suporte na modelagem do negócio, know-how de desenvolvimento de produto, acesso a mercado e networking global, a INTERFARMA contribui de forma efetiva para constituir uma nova geração de startups em saúde. Espera-se também que o programa colabore para promover uma melhor interação entre cientistas e empreendedores.

Três semanas de aceleração
Agora, os projetos selecionados passam por três semanas de aperfeiçoamento, com palestras, análises, suporte personalizado e compartilhamento de know-how. Depois disso, o programa entra na última etapa, em que os projetos aperfeiçoados começam a ser apresentados aos players do mercado. É nesse momento que podem acontecer investimentos e parcerias para o avanço das pesquisas e futuro lançamento do produto.

 

       
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