Referências da Saúde Quem foram os premiados da edição 2016? Confira agora

Indústria: um crescimento a ser avaliado

Publicidade

Segundo dados do IBGE, a indústria geral assinalou em fevereiro uma variação positiva de 1,9% frente a janeiro na série com dados dessazonalizados, após apontar taxas ligeiramente positivas em janeiro (0,2%) e em dezembro (0,7%). Na comparação com fevereiro de 2010, a produção industrial brasileira assinalou um avanço de 6,9%. No ano, a indústria geral acumulou um crescimento de 4,6%. No acumulado dos últimos 12 meses frente à igual período imediatamente anterior, houve expansão de 8,6%.
Conheça outras análises macroeconômicas no portal do Iedi.
Em relação ao mês imediatamente anterior, com dados já livres dos efeitos sazonais, todos as categorias de uso apresentaram taxas positivas. Com crescimento mais expressivo, destacam-se: bens de intermediários (1,3%) e bens de capital (0,9%). A produção de bens de consumo duráveis caiu 2,3% e a de bens de consumo semiduráveis e não duráveis, 0,1%.
Frente fevereiro de 2010, todas as categorias de uso assinalaram resultados positivos, com destaque para a os bens de capital (17,9%), devido ao desempenho de todos seus subsetores, como: bens de capital para construção (28,8%) exercendo a principal influência, seguido por bens de capital para equipamentos de transporte (27,8%) e para uso misto (15,2%).
O desempenho de bens de consumo duráveis, que também ficou acima da média da global (6,9%) foi explicado em grande parte pelo avanço na fabricação de automóveis (24,3%) e motocicletas (42,3%). Os setores de bens intermediários e de bens de consumo semi e não duráveis, ficaram abaixo da média da indústria geral, com resultados positivos de 4,1% e 3,6%, respectivamente. Na variação acumulada nos primeiros dois meses de 2011, mais uma vez o destaque positivo foram os bens de capital (13,1%), seguidos dos bens de consumo duráveis (11,7%).
A partir dos dados dessazonalizados, observou-se que na passagem de janeiro para fevereiro, dos 27 setores incluídos na pesquisa, observaram-se, dez ramos com queda na produção, dezessete com índices positivos. Os destaques por ordem de contribuição foram: alimentos (6,7%), veículos automotores (4,7%) exercendo as maiores influências sobre o total da indústria. Também merece destaque as contribuições positivas vindas de equipamentos médicos-hospitalares, ópticos e outros (11,0%), produtos de metal (7,0%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (6,7%), metalurgia básica (3,3%), e bebidas (2,8%). Já as principais influências negativas vieram de material eletrônico e equipamentos de comunicação (-5,7%), edição e impressão (-4,0%) e produtos químicos (-3,7%).
No confronto de fevereiro de 2011 com fevereiro de 2010, o crescimento foi generalizado, atingindo 22 dos 27 ramos industriais, com destaque para: veículos automotores (24,1%), outros equipamentos de transporte (23,7%), produtos de metal (10,4%) e equipamentos médicos-hospitalares, ópticos e outros (40,0%). Os impactos negativos mais relevantes, por sua vez, vieram de produtos químicos (-8,7%), Calçados e artigos em couro (-5,2%) e Edição e impressão (-4,5%).
No acumulado entre janeiro e fevereiro de 2011, 23 das 27 atividades registraram crescimento na produção. Os destaques positivos foram: Veículos automotores (16,1%), equipamentos médico-hospitalares, ópticos e outros (30,4%), outros equipamentos de transporte (17,6%), máquinas e equipamentos (8,2%), indústria extrativa (5,1%), alimentos (2,7%). Em sentido oposto, entre os quatro ramos com queda na produção sobressaíram os recuos vindos de outros produtos químicos (-5,2%) e de têxtil (-7,1%).
Você tem Twitter? Então, siga http://twitter.com/#!/sb_web e fique por dentro das principais notícias de Saúde.
 
 

Publicidade

Notícias como essa no seu e-mail

Faça como mais de 20.000 profissionais do setor de saúde e receba as últimas matérias no seu email.

Deixe uma resposta