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Indústria Regional: a indústria continua mal

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De acordo com os dados divulgados pela Pesquisa Industrial Mensal – Regional do IBGE, na passagem de setembro para outubro, a produção industrial cresceu somente em quatro dos catorze locais pesquisados: Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com variações de, respectivamente, 5,4%, 3,8%, 0,7% e 0,1%. As maiores quedas ficaram por conta dos estados de Paraná (-7,6%), Ceará (-5,9%), Goiás (-4,5%), Amazonas (-3,3%). Acompanharam tal tendência os estados do Rio Grande do Sul (-0,8%), Pará (-0,7%), Pernambuco (-0,6%) e São Paulo (-0,5%).

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Na base de comparação mês contra mesmo mês do ano anterior, os estados de Goiás, Espírito Santo, Minas Gerias, Pará, Bahia, Rio de Janeiro, Nordeste, São Paulo e Pernambuco assinalaram crescimento. Movimento foi observado nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Paraná e Ceará, cujas produções caíram 3,7%, 3,0% e 2,8%, respectivamente. Com avanço acima da média nacional (2,1%), destacaram-se os estados do Goiás (20,0%), Espírito Santo (11,3%), Minas Gerais (6,9%), Pará (6,2%), Bahia (5,3%), Rio de Janeiro (3,7%), Nordeste (2,7%), São Paulo (2,5%) e Pernambuco (2,3%).
A produção industrial acumulada entre janeiro e outubro apresentou crescimento em todas as localidades. As expansões mais significativas no desempenho regional foram registradas pelos estados do Espírito Santo (26,7%), Amazonas (18,1%) e Minas Gerias, Goiás (16,9%). Obtiveram também crescimento nessa mesma base de comparação os estados de Paraná (16,0%), Ceará (13,3%), Pernambuco (12,6%), São Paulo (11,5%), Nordeste (11,1%), Bahia (10,%), Rio de Janeiro (8,8%), Pará (8,4%), Rio Grande do Sul (7,8%) e Santa Catarina (6,9%).
No que diz respeito ao indicador acumulado nos últimos 12 meses, o crescimento de 11,8% da produção nacional deveu-se a variação positiva de todas as localidades. Os destaques positivos foram os estados do Espírito Santo (27,0%), Minas Gerais (16,8%) e Amazonas (16,5%).
Bahia. Em outubro, frente setembro, com dados já descontados dos efeitos sazonais, a produção industrial baiana apresentou avanço de 5,4%. No confronto com outubro de 2009, constatou-se avanço de 5,3%, taxa influenciada pelos setores: refino de petróleo e produção de álcool (10,9%), alimentos e bebidas (12,0%) e produtos químicos (2,8%). Em sentido oposto, o único setor que assinalou queda na produção foi celulose e papel (-6,7%). No acumulado dos dez primeiros meses de 2010, a produção industrial cresceu 10,2%, pressionada pelos acréscimos observados em refino de petróleo e produção de álcool (28,4%), Alimentos e bebidas (8,0%), Metalurgia básica (12,5%) e Produtos químicos (3,1%).
Espírito Santo. A partir de dados livres de efeitos sazonais, observa-se que a indústria capixaba, na passagem de setembro para agosto, registrou crescimento de 3,8%. Na comparação outubro de 2010 contra igual mês de 2009, houve acréscimo de 11,3%, taxa influenciada pelos setores: Extrativo (36,5%), Indústria de transformação (0,8%), Minerais não metálicos (14,0%) e Celulose e papel (6,5%). Por outro lado, metalurgia básica (-3,8%) e Alimentos e bebidas (-5,3%). Na comparação acumulada no ano, o estado registrou avanço de 26,7%, taxa impulsionada pelo: Setor extrativo (67,4%), Indústria de transformação (12,7%), Metalurgia básica (20,5%) e Alimentos e bebidas (15,9%).
Paraná. Em outubro, a indústria de Santa Catarina apresentou a maior queda dentre os estados pesquisados, -7,6%, com dados livres de efeitos sazonais. Na comparação mensal (mês/ mesmo mês do ano anterior), o estado registrou queda de 2,8%, taxa impulsionada pelo setor de: Edição de impressão (-61,7%), Produtos químicos (-20,3%) e Refino de petróleo e produção de álcool (-7,1%). A produção industrial no período entre janeiro e outubro de 2010 foi de 15,8%, graças ao desempenho da indústria de veículos automotores (65,0%). Em sentido oposto, refino de petróleo e produção de álcool (-9,5%) e produtos químicos (-16,7%).
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