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Indústria Farmacêutica bate recorde de contratação

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O segmento que mais se destacou na contratação de executivos foi o da indústria farmacêutica, com 35,3% do total de contratações. A constatação de um levantamento feito pela consultoria Right Management no início de 2011.
Entre abril e maio de 2011, especialmente no estado de Goiás, um recorde de contratação foi estabelecido no setor. Foram abertas mais 900 vagas para as mais diversas áreas e para os mais diversos níveis de atuação dentro das indústrias. O grande desafio das empresas no estado, que ainda recrutam e selecionam profissionais no mercado, está sendo encontrar indivíduos especializados para vagas que foram abertas inclusive nas áreas de garantia de qualidade, produção, logística, SAC e controle de qualidade industrial.
Apesar do avanço nas contratações, as companhias enfrentam falta de qualificação profissional no mercado. Sete em cada 10 indústrias brasileiras enfrentam problemas de falta de trabalhadores qualificados. A constatação foi feita em pesquisa divulgada em abril pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo. Os que se dizem mais afetados pelo problema são os segmentos de vestuário (84% das empresas), equipamentos de transporte (83%), limpeza e perfumaria (82%) e móveis (80%).
No entanto, no segmento farmacêutico as dificuldades são maiores. Conforme 17% das indústrias de medicamentos informaram, não existem mecanismos internos para lidar com o problema da falta de qualificação.
Enquanto na Europa e Estados Unidos, existem centenas de instituições e associações de ensino técnico e especializado, focadas especialmente no segmento farmacêutico, os profissionais da indústria de medicamentos no Brasil contam com apenas uma opção.
De acordo com o Instituto de Ciência e Tecnologia e Qualidade Industrial (ICTQ), a qualificação especializada de profissionais é hoje considerada a mola propulsora no desenvolvimento de um setor que ainda importa a maioria de sua matéria prima e insumos. Segundo especialistas, esta mola precisa ser acionada imediatamente, pois já temos perdido espaço competitivo para outros mercados emergentes como a Índia e a China que enfrentam adversidades sócio culturais muito maiores que as nossas.
Os mais pessimistas relatam que se não houver uma mudança no perfil qualitativo dos profissionais, haverá um “apagão” de indivíduos prontos para o mercado, o que com certeza irá travar as engrenagens de crescimento sustentável do setor.

       
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