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Indústria: antes a produção, agora o emprego

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Em setembro, o número de empregos na indústria assinalou variação negativa de 0,1% em relação ao mês anterior na série livre de influências sazonais, após oito resultados positivos consecutivos. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o emprego industrial apresentou avanço de 4,9%, o oitavo consecutivo, porém de menor intensidade que os três meses anteriores. Nos confrontos trimestrais, observam-se variações positivas: de 5,1% na comparação trimestre/ mesmo trimestre do ano anterior e aumento de 0,1% frente ao trimestre imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. No acumulado do ano até setembro, o emprego industrial teve acréscimo de 3,4%, variação superior ao observado na comparação acumulada nos últimos doze meses (1,5%).
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Na comparação mensal (mês/ mesmo mês do ano anterior), o emprego industrial cresceu em todas as regiões pesquisadas pelo IBGE. Como principais destaques, podemos enfatizar os resultados de São Paulo (3,8%), Nordeste (6,1%), Rio Grande do Sul (7,0%), região Norte e Centro-Oeste (5,9%), Santa Catarina (5,2%) e Rio de Janeiro (7,8%). No terceiro trimestre de 2010 em comparação com mesmo período do ano anterior, houve expansão das contratações especialmente no Espírito Santo (9,5%), Minas Gerais (4,0%), Rio de Janeiro (8,2%), Rio Grande do Sul (7,4%) e região Norte e Centro-Oeste (7,2%). No acumulado dos nove primeiros meses de 2010 contra o mesmo período de 2009, o contingente de trabalhadores também apresentou resultados positivos em todas as regiões, sendo que as maiores pressões positivas vieram de São Paulo (2,8%), Rio Grande do Sul (4,6%), Nordeste (5,2%), Norte e Centro-Oeste (4,5%), Rio de Janeiro (5,3%) e Santa Catarina (3,3%).
Em termos setoriais, treze dos dezoito setores industriais analisados apresentaram número de contratações superior ao número de demissões na indústria ao longo do mês de setembro com relação a setembro de 2009, sendo que as principais contribuições estiveram em: máquinas e equipamentos (11,0%), meios de transporte (9,6%), produtos de metal (10,5%), borracha e plástico (10,6%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,0%). Do lado opostos, vestuário (-2,9%), papel e gráfica (-3,4%) e refino de petróleo e produção de álcool (-5,0%) exerceram as principais pressões negativas. No ano, catorze ramos industriais assinalaram ampliação do emprego, sendo que máquinas e equipamentos (6,6%), alimentos e bebidas (2,0%), produtos de metal (6,0%), calçados e couro (6,8%), meios de transporte (4,8%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (6,7%), enquanto madeira (-6,7%) e vestuário (-1,9%) representaram as principais pressões negativas.
Número de Horas Pagas. No mês de setembro, o número de horas pagas na indústria, indicador que reflete perspectivas de novas contratações para os meses posteriores, decresceu 0,4% em comparação com o mês anterior na série com ajuste sazonal, após ter registrado alta de 0,8% em agosto. Frente a setembro de 2009, o número de horas pagas assinalou um acréscimo de 5,3%. No confronto trimestre sobre o trimestre anterior, descontados os efeitos sazonais, houve avanço de 0,1%, enquanto com relação ao mesmo trimestre de 2009, o 3º trimestre desse ano assinalou crescimento de 5,8%. No ano, a indústria apresentou uma expansão desta variável de 4,3%, enquanto nos últimos doze meses, a variação positiva foi de 2,2%.
Folha de Pagamento Real. Depois recuar 2,9% em agosto, a folha de pagamento real destinada aos trabalhadores na indústria obteve alta de 1,2% em setembro na comparação com o mês anterior, na série com dados já dessazonalizados. Com relação a setembro do ano passado, houve crescimento de 9,5%. A variação da média móvel trimestral com ajuste sazonal da folha de pagamento dos trabalhadores industriais apresentou estabilidade. Frente ao mesmo trimestre de 2009, a variação foi de 9,9%. No ano, o crescimento foi de 6,4%, enquanto nos últimos doze meses, a variável acumulou crescimento de 3,6%.
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