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Indústria: a confirmação do mau momento

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Segundo dados do IBGE, a indústria geral assinalou em dezembro recuo de 0,7% frente a novembro na série com dados dessazonalizados, após apontar queda de 0,2% em novembro. Na comparação com dezembro de 2009, a produção industrial brasileira assinalou avanço de 2,7%. No ano, a indústria geral acumulou um crescimento de 10,5%.
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Por categorias de uso, os setores de bens de capital (-0,5%), bens de consumo duráveis (-0,6%) e bens de consumo semiduráveis e não-duráveis (-0,4%) assinalaram taxas negativas em dezembro com relação a novembro, com dados já livres dos efeitos sazonais. O segmento de bens intermediários apresentou, nesse mesmo período, variação nula. Frente dezembro de 2009, todas as categorias de uso assinalaram resultados positivos, com destaque para bens de capital (6,2%) e para bens de consumo duráveis (6,0%). Abaixo da média do desempenho geral da indústria nessa comparação (2,7%), encontra-se o setor de bens de consumo semiduráveis e não duráveis (0,4%). Por sua vez, o setor de bens intermediários cresceu 2,7%. Na variação acumulada nos primeiros doze meses de 2010, mais uma vez o destaque positivo foram os bens de capital (20,8%), seguido de bens intermediários (11,4%) duráveis (10,3%) e semiduráveis e não duráveis (5,2%).
A partir dos dados dessazonalizados, observou-se que na passagem de novembro para dezembro, dos 27 setores incluídos na pesquisa, quinze ramos com alta na produção, onze com queda e um com crescimento nulo. Os destaques por ordem de contribuição foram: equipamentos de instrumentação médico-hospitalares, ópticos e outros (9,7%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (3,9%), minerais não metálicos (2,0%), máquinas e equipamentos (1,8%), outros produtos químicos (1,5%). Já as principais influências negativas vieram de: metalurgia básica (-4,2%), edição e impressão (-2,5%), outros equipamentos de transporte (-2,1%), farmacêutica e celulose e papel, ambos com (-1,5%).
No confronto dezembro de 2010 com dezembro de 2009, o crescimento foi generalizado, atingindo 19 dos 27 ramos industriais, com destaque para: máquinas para escritório e equipamentos de informática (15,1%), outros equipamentos de transporte (12,3%), veículos automotores (12,1%), indústrias extrativas (10,4%), minerais não-metálicos (7,0%), máquinas e equipamentos (6,2%) e bebidas (5,6%). Os impactos negativos mais relevantes, por sua vez, vieram de material eletrônico e equipamentos de comunicações (-28,0%), farmacêutica (-8,8%), metalurgia básica (-4,3%) e alimentos (-1,4%).
No acumulado entre janeiro e dezembro de 2010, 25 das 27 atividades registraram crescimento na produção. Os destaques positivos foram: máquinas e equipamentos (24,3%), veículos automotores (24,2%), produtos de metal (23,4%), metalurgia básica (17,4%), indústrias extrativas (13,4%), borracha e plástico (12,5%), bebidas (11,2%), outros produtos químicos (10,2%) e alimentos (4,4%). Por outro lado, os setores de produtos do fumo (-8,0%) e de outros equipamentos de transporte (-0,1%) foram as duas únicas atividades que apontaram queda.
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