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Indiciada por homicídio auxiliar que injetou vaselina

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A auxiliar de enfermagem Catia Aragaki foi indiciada nesta última quarta-feira (08) por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) em função da morte da garota de 12 anos Stephanie Teixeira, na madrugada de sábado, que estava internada no Hospital Municipal São Luiz Gonzaga, em São Paulo.  
A auxiliar teria injetado vaselina no lugar do soro destinado à adolescente. De acordo com o advogado de Catia, não houve negligência, pois, segundo ele, o material estava em um armário que deveria conter apenas soros. Se condenada, a auxiliar de enfermagem pode cumprir pena de um a três anos em regime aberto.
Após a morte, o hospital – gerido pela Santa Casa de São Paulo – afirmou que pretende usar rótulos ou vidros diferentes para evitar que as duas substâncias sejam confundidas. Conforme a Secretaria Estadual de Saúde, não existe uma norma que determine a padronização das embalagens, mas todas precisam estar rotuladas. A vaselina é usada superficialmente para tratar queimaduras na pele, enquanto o soro serve para reidratação, e é injetado. Stephanie recebeu cerca de 50 ml de vaselina na veia.
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