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Incor avalia equipamento 3D da Philips para cardiologia

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Médicos do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor-HC/FMUSP), de São Paulo, apresentaram resultados de estudos de caso avaliando o uso da nova tecnologia de ultra-som em 3D da Philips no diagnóstico de cardiopatias complexas. Para o estudo, os médicos do Incor utilizaram o sistema de ultra-som Sonos 7500, com tecnologia Live 3D Echo, que a Philips está trazendo para o Brasil. O equipamento foi cedido ao Incor pela empresa especialmente para a investigação, uma vez que ambos mantêm uma parceria na área de pesquisa. A tecnologia 3D permite a observação tridimensional em tempo real do coração, possibilitando o acompanhamento de movimentos e fluxos cardíacos ao vivo. Com a tecnologia Live 3D Echo, o processo de obtenção de imagens é mais eficiente e mais rápido. O transdutor xMATRIX, exclusivo do novo Sonos 7500, capta imagens bidimensionais com uma resolução muito maior que a dos transdutores antigos. Diferentemente dos sistemas antigos, o Sonos 7500 produz um fluxo de imagens constante, permitindo que o médico veja o coração em movimento, em diversos ângulos. Isto reduz a necessidade de procedimentos invasivos – de alto risco para o paciente – tornando mais preciso e seguro o diagnóstico de problemas cardíacos.
O Sonos 7500, lançamento da Philips, possibilita que o médico observe o coração em tempo real, de qualquer ângulo, algo que os aparelhos de ecocardiografia comuns não são capazes de fazer. Com o sistema Live 3D Echo, é possível analisar toda a anatomia cardiovascular em detalhes, permitindo uma melhor avaliação de válvulas, câmaras, vasos e artérias. O exame é um procedimento simples, feito com transdutor de ultra-som, mas que permite fazer uma avaliação completa, a exemplo da ressonância magnética e da tomografia computadorizada. Esta capacidade de obter novas perspectivas espaciais de anatomia para poder emitir diagnósticos com maior confiança faz da ecocardiografia tridimensional em tempo real uma ferramenta valiosa para os médicos.
Segundo o Dr. José de Andrade, médico supervisor da Seção de Ecocardiograma do Incor, a expectativa é que a nova tecnologia possa diminuir o tempo do exame e aumentar o número de informações, melhorando a performance do ecocardiograma (ultra-som do coração). “Isso significa melhor direcionamento do tratamento clínico e do ato cirúrgico, a um custo menor, comparativamente a outras tecnologias”, afirma.

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