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Implantação de prontuário eletrônico baseada na orientação por dados

É notável a importância da informação como um ativo em todo o mundo – e na saúde não podia ser diferente. A sua utilização permite inúmeros benefícios para pacientes, médicos e colaboradores – além de tomadas de decisão mais precisas, que minimizam ou evitam riscos.

O prontuário eletrônico, associado a tecnologia de integração e interoperabilidade,  otimiza o trabalho médico e melhora a qualidade da assistência prestada, pois permite o acesso mais rápido e preciso às informações do paciente e toda a documentação dos atendimentos prestados, exames realizados, dados de anamnese, com legibilidade dos dados e interoperabilidade entre sistemas.

É muito exagerado imaginar que um dia um único registro de paciente possa ser acessado por médicos em várias localidades?
Que os provedores locais de serviços comunitários também possam compartilhar e adicionar informações ao plano de cuidados desse paciente?
Que o paciente, bem como familiares e cuidadores podem ver e contribuir para um plano de cuidados abrangente?
E que qualquer prestador também possa ver essas mesmas informações, não importa onde eles estão localizados?

A ideia por trás do prontuário eletrônico baseado na orientação por dados, é permitir que você cruze os dados do paciente, para ser usado como parte importante do processo de diagnóstico e tratamento. Na busca de melhores resultados, estes dados brutos precisam fazer mais do que contar a vida do paciente.

Atualmente através do conceito de Big Data, já é possível uma análise maciça de grandes quantidades de dados, para descobrir padrões, prever diagnóstico, epidemias, curar doenças, evitar internações ou procedimentos desnecessários.

Com a produção de dados analíticos é possível apontar diagnósticos, tratamentos, exames e medicação necessários com maior grau de precisão, também é possível tomar medidas que evitem o agravamento de quadros crônicos, minimizando internações hospitalares.

Ótimos resultados têm sido obtidos, especialmente em relação aos pacientes crônicos e com doenças degenerativas, por conta da maior complexidade do cruzamento de dados de forma atualizada, e na busca por técnicas mais personalizadas, como a diagnóstica – mantendo, inclusive, a previsibilidade controlada.

Todos os médicos precisam ser capazes de se comunicar uns com os outros e com o paciente sobre os cuidados, e compartilhar o histórico médico completo. Ao interagir com esses médicos o paciente gera dezenas de dados de exames, consultas, testes laboratoriais e relatório de procedimentos que precisam ser revistos, avaliados e modificados para novas ações em tempo hábil. De posse dessas informações o médico poderá ajustar as dosagens dos medicamentos, entender efeitos colaterais, avaliar o resultado da intervenção, e esclarecer pontos de decisão.

O compartilhamento de dados de saúde já é uma tendência da área. Em todo o mundo empresas estão se rendendo aos novos rumos da tecnologia. Especialmente na área médica, a integração de unidades e o prontuário eletrônico integrado agiliza processos que podem salvar vidas, reduz os custos e evita retrabalhos.
Já a análise de dados permite criar novos protocolos, direcionando as estratégias de acordo com a mensuração de sua assertividade, podendo atuar, ainda, na própria relação médico-paciente para obter melhores resultados.

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