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Hospitalar: ICW lança o primeiro modelo Personal Health Records do País

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A InterComponentWare (ICW) lança na Feira Hospitalar o primeiro modelo Personal Health Records (PHR) do País: o LifeSensor. A solução, acessada pela web e pelo celular, permite que cada pessoa armazene todas as informações médicas que, ao longo da vida, compõem o histórico clínico. O CEO da ICW, Martin Fuchs, explica que o Life Sensor tem o poder de gerenciar sua própria saúde, observando de perto as alterações no organismo, podendo discutir e analisar efetivamente com seu médico e se prevenir contra os novos comportamentos, principalmente alimentares que em geral levam a doença. Segundo o executivo, a prevenção é a melhor opção de qualidade de vida do ser humano no século XXI
A ICW tem um turn over anual de 100 milhões de euros. Desde a criação do LifeSensor já foram investidos 100 milhões de euros no produto. O Life Sensor existe há dois anos e já tem 400 mil usuários entre Alemanha, Suíça e Áustria.
No Brasil, o faturamento previsto é de 8% a 10% do faturamento total da empresa. Para a inserção no mercado, o investimento foi de 3 milhões de euros. A meta é obter 100 a 200 mil usuários ainda em 2007 e cerca de 1 milhão de assinantes do LifeSensor até 2009. A solução estará disponível a partir de outubro.
Com cerca de 20 parceiros pelo mundo, no Brasil, a ICW também pretende trabalhar em conjunto com outras empresas para alavancar o número de usuários.
?Para atingir nosso objetivo, apostamos em diversos mercados e especificamente no Brasil já conversamos com diferentes parceiros, dentre eles uma empresa de fitness no Morumbi, em São Paulo, a Unimed, e a Claro e a Tim. A estratégia no Brasil é a transmissão de informações ao paciente por meio do celular, já que o número de brasileiros possui celular é impressionante?, explica o CEO.
?Em parceria com a empresa de fitness, por exemplo, o usuário poderá pagar apenas R$ 10 a mais na mensalidade cobrada pela empresa e ter acesso à informações sobre seu treino, a pressão sanguínea, a freqüência cardíaca, alimentação, etc?, acrescenta Fuchs. O custo é realmente baixo. Na Europa, a solução que pode ser utilizada por uma família de até cinco pessoas custa apenas 6 euros por mês.
De acordo com Fuchs, atualmente 10% da população mundial utiliza o sistema. A previsão do CEO é de que nos próximos 10 anos, essa porcentagem chegue a 50%. ?Apesar do custo baixo, a popularização da solução envolve uma quebra de paradigmas muito grande. A pessoa precisa sentir necessidade de obter essas informações e isso leva tempo?, comenta.
Atualmente o produto é comercializado na Europa e nos Estados Unidos e chega ao Brasil com o suporte tecnológico da Promon e a infra-estrutura de Data Center da Classe Mundial conectado da Terremark

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