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Hospitalar gera R$ 4,7 bilhões em negócios

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O balanço da Feira+Fórum Hospitalar, que terminou hoje em São Paulo, aponta um crescimento de 10% no número de visitantes, passando de 78 para 86 mil, e o mesmo índice em participantes, passando de 1,1 mil para 1,2 mil.
Além dos expositores brasileiros, participaram do evento empresas de 32 países. “O número de participantes de outros países cresce a cada ano e hoje temos nosso plano de crescimento pautado no mercado internacional”, conta a presidente da Hospitalar, Waleska Santos.
No total, foram gerados R$ 4,7 bilhões em negócios, um crescimento de 7% se comparado a 2008. A área de fóruns também aumentou e, este ano, contou com uma área exclusiva, com 21 salas. “Hoje a Hospitalar é um grande centro de convenções da saúde. Entendemos que os negócios são muito importantes, mas o conhecimento também, por isso, queremos ampliar cada vez mais esta área, abordando temas de gestão em saúde. Acreditamos que este é o caminho”, analisa Waleska.
Para impulsionar o crescimento dos fóruns, a Hospitalar vai apoiar também eventos que aconteçam de forma paralela à Feira. “Se não tivermos área física para abrigar todos os congressos, queremos que as entidades se agreguem e realizem seus eventos antes e durante a Feira, em outros locais. Estamos trabalhando com a SPTuris para que transforme a semana da Hospitalar em uma Semana Internacional de Saúde”, diz.
Na área de responsabilidade social, a Hospitalar lançou, este ano, o programa Construir Saúde. Iniciativa da presidente da Hospitalar e da artista plástica Bia Dória, o programa visa à recuperação de hospitais filantrópicos, tanto na parte estrutural como na de gestão. A primeira instituição a ser beneficiada com o projeto é o Hospital de Pinhalzinho, em Santa Catarina, que é referência para cinco cidades e 70 mil habitantes.
A nova unidade, com 40 leitos, sendo 10 de UTI, conta com projeto doado pela L+M Gets. O hospital também será equipado com aparelhos doados ou vendidos por preços especiais por indústrias do setor. “Empresas como Fanem, K. Takaoka, Erwin Guth, Fami-Itá e MV, além do Centro Universitário São Camilo, já declararam apoio ao projeto”, revela.
Waleska Santos conta que este é um projeto piloto, que poderá ser expandido para outras instituições. “Queremos fazer e acompanhar este projeto até o fim, para depois apresentá-lo e replicá-lo em outros locais. Queremos sensibilizar as pessoas, porque acreditamos que a solução para o setor de saúde não passa só pelo governo, mas também pela sociedade”, conclui.  

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