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Hospital Emílio Ribas passará por reformas

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Conhecido pela especialização em doenças infecto-contagiosas e parasitoses, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas passará por reformas e oferecerá cursos de reciclagens aos funcionários que atendem o público, de acordo com a Agência Imprensa Oficial. Com investimentos de R$ 1 milhão, a instituição deu início ao processo de reciclagem dos funcionários e a informatização do hospital, com a criação de redes interligando todos os setores. A primeira etapa da reestruturação do atendimento começou neste mês, com uma turma recebendo aulas de apresentação pessoal e de cuidados com a aparência e a imagem; em seguida, haverá o curso de qualidade no atendimento. Ao todo, 150 profissionais (diretamente ligados à recepção de pacientes) terão orientação de como se vestir, portar e falar para atender o público de forma mais acolhedora, humanizada, com qualidade e dinamismo.
No final do processo de reciclagem, esses funcionários integrarão o núcleo de atendimento ao usuário. Segundo, Antônio Abi Jaudi, diretor de divisão de apoio técnico do Emílio Ribas, eles se encarregarão de resolver problemas com médicos, exames, medicação, óbitos e outros recursos.
Passarão por reformas o pronto-socorro (R$ 1,2 milhão), o Banco de Sangue (R$ R$ 200 mil), o almoxarifado (R$ 170 mil), a farmácia, os prédios da administração e do ambulatório e a portaria que terá nova entrada. A atual receberá os doentes do Hospital Doutor Arnaldo, também em reforma. A previsão é de que todas as obras estejam concluídas até o segundo semestre do próximo ano.
Com a reforma, a farmácia fará a adaptação de material e adotará a dose única e automática para evitar desperdício e descontrole. Ao seu lado, haverá uma sala de atendimento com farmacêutico para orientar os pacientes que receberam medicamentos. Haverá profissionais encarregados de explicar a forma correta de o doente tomar o remédio, sanar dificuldades de entendimento da bula e os horários e as quantidades indicadas pelo médico. Em especial, para os que têm o vírus da Aids e tomam várias drogas em diferentes horários. O custo desses medicamentos é bastante elevado: em média, o valor gasto para cada paciente é de R$ 5 mil por mês.
O hospital terá uma Unidade de Contenção Biológica com nível de isolamento máximo de segurança biológica para tratamento de doenças emergentes e de alta complexidade, como a Sars, o coronavírus e o hantavírus.

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