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Hospital Costantini investe R$ 500 mil em TI

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Com uma particularidade bastante específica e que pede por urgência nos processos administrativos, o Hospital Cardiológico Costantini, em Curitiba (PR), buscou por diversas soluções de sistemas de gestão e chegou até o Tasy, da Wheb Sistemas. Com investimento de cerca de R$ 500 mil, a instituição permanece com projetos contínuos de TI para dar mais flexibilidade e segurança às informações.
A primeira experiência do hospital foi com o desenvolvimento de um sistema próprio,  que demandava um grande volume de tempo e gastos financeiros. A partir de então, a gerente geral da instituição, Márcia Rangel, conta que foi tomada a decisão de implantar um programa que estivesse bem desenvolvido para trazer uma ferramenta adequada para a área de faturamento do hospital. “Em 2003, nós adquirimos uma solução que foi bastante importante por ser o primeiro grande sistema que adotamos. Com ele, nossa instituição passou a vislumbrar tudo o que poderíamos trabalhar em termos de gerenciamento e estratégia de negócios”, comenta.
Com a ideia de desenvolver um projeto de TI, o Hospital Costantini passou a realizar pesquisas de mercado que pudessem direcionar a instituição para um sistema ideal para suas necessidades. “Foi por meio de visitas a unidades hospitalares que chegamos até o Tasy. Já tínhamos alguma referência sobre o produto e sabíamos que era um sistema jovem, mas que tinha conseguido muitos avanços em integração”, relata Márcia.
De acordo com ela, a implantação da solução provocou uma mudança da cultura da instituição, pois o sistema anterior era centrado apenas no faturamento, enquanto a nova solução trabalha no processo hospitalar como um todo. “Isso acabou mexendo com a filosofia de trabalho e não só na nossa gestão hospitalar”.
Os avanços constantes na área de gestão e na área assistencial fazem a gerente geral do hospital concluir que o Tasy nunca será um projeto concluído, uma vez que sempre apresentará inovações que contribuíram com a instituição . O Constantini também teve o  prontuário eletrônico implantado há 2 meses. “O CFM ainda não autoriza que todos os dados sejam eletrônicos, então podemos dizer que é um prontuário informatizado, porque no final ainda temos que imprimir”.
Ainda para este ano, o hospital prevê a implantação de toda a parte de controle de infecção hospitalar e protocolos clínicos que vão casar com a sistematização de enfermagem, que já está pronta. Os próximos passos serão desenvolver projetos de biometria e implantar a solução de administração dos custos.
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