Cada vez mais as unidades de terapias intensivas (UTIs) têm trabalhado para reduzir mortes que poderiam ser evitadas e o Big Data tem se mostrado uma solução eficaz nesse sentido. Os casos que apresentam maiores riscos são evidenciados pelos dados analisados (Big Data).

Muitas das mortes em UTIs têm raízes em complicações evitáveis, como infecções hospitalares, coágulos sanguíneos e delirium devido a sedação excessiva. Os programas de prevenção de infecção são ações mais frequentes nos hospitais para evitar essas complicações, mas, segundo The Wall Street Journal, agora, alguns hospitais americanos estão testando abordagem que incorpora anos de dados e registros médicos, muitos dos quais nunca foram analisados em conjunto antes.

Os esforços estão voltados para os riscos menos previsíveis, já que os mais previsíveis conseguem ser mensurados pelo simples checklist. O portal Fiercehealthcare cita o exemplo do projeto “Risky States”, desenvolvido em conjunto entre o Beth Israel Deaconess Medical Center, o MIT – Massachusetts Institute of Technology e a empresa de TI Aptima. O trabalho consiste em usar o big data para medir de forma mais acurada os riscos de morte e complicações.

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