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Hipnose Clínica ganha espaço em consultórios odontológicos

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Desde a sua origem, no século XVIII, com o médico Franz Anton Mesmer, a hipnose é cercada de mitos. Hoje, porém, é reconhecida pela sua eficiência e aplicada nos mais diversos tratamentos de saúde. Exemplo disso é que ela vem ganhando cada vez mais espaço nos consultórios odontológicos, auxiliando os cirurgiões dentistas no atendimento de pacientes que tem medo de anestesia ou tem alergia a ela, além de ser uma opção daqueles que se incomodam com o barulho do motor utilizado pelos dentistas.

Segundo o psicanalista e hipnólogo clínico Paulo Giraldes, um dos principais benefícios é que não há efeitos colaterais químicos. “Com a hipnose, o paciente sai do consultório do dentista sem aquele conhecido incômodo de boca anestesiada, que o faz ter dificuldade para falar ou comer, sem morder a bochecha. Além disso, ele fica menos ansioso, porque não sente dor, e o dentista trabalha com mais segurança e menos gasto”, afirma.

Com o objetivo de apresentar como profissionais da área podem se beneficiar desta técnica, Paulo Giraldes oferece palestras e cursos sobre hipnose clínica para cirurgiões dentistas. “Esses encontros são uma oportunidade para que os dentistas tenham contato com uma prática diferenciada, que oferece vantagens ao profissional e ao paciente”, afirma Paulo Giraldes.

Na última quinta-feira, dia 28 de abril, o psicanalista ministrou uma palestra sobre hipnose clínica na sede da Associação dos Cirurgiões Dentistas de Campinas (ACDC), organizada pela Escola de Aperfeiçoamento Profissional da ACDC. Os temas abordados foram a origem hipnose, as aplicações da técnica nos dias atuais, como funciona, a hipnose na odontologia, entre outros.

Sobre a Hipnose Clínica

Diferentemente do que muita gente pensa, a hipnose é um estado alterado de hiper atenção, em que aceitamos uma sugestão dada pelo hipnólogo ou por nós mesmos (auto-hipnose) e a nossa mente não questiona o que é dito. Alguns desses estados vivenciamos diariamente, quando lemos um bom livro ou assistimos a um programa de televisão de que gostamos e, por exemplo, deixamos de ouvir alguém nos chamar.

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