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HC desenvolve tecnologia para diagnóstico precoce da Hanseníase

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O Instituto Central do Hospital das Clínicas desenvolveu tecnologia que proporciona uma aplicação simples e custo mais acessível no diagnóstico precoce da hanseníase. Trata-se do acondicionamento da histamina 1/1000 em capilares de vidro, em que a substância é capaz de identificar acometimento do sistema nervoso periférico pelo bacilo de Hansem, em até um minuto, quando aplicada sobre a pele manchada ou áreas dormentes. O acondicionamento nestes capilares de vidro dispensa o uso de seringa e agulha, evita sangramento e reduz os riscos de contaminação microbiana da histamina. Hoje o Instituto Central gasta R$ 1,72 por unidade. A produção da substância em escala, viabilizará o diagnóstico e o tratamento precoce da doença pelas Unidades Básicas de Saúde, hospitais públicos e privados e consultórios particulares de todo o Brasil. Além de ser economicamente viável para o governo, com a provável redução de custos no tratamento dos pacientes. O hospital está colocando a tecnologia à disposição de empresas interessadas na realização de parceria para a produção do produto, em uso há três meses pelo hospital.
O Estado gasta, em média, US$20 por mês para o tratamento do paciente contagiante, que leva de 12 a 24 meses, e US$10 mensais, durante 6 meses, para o tratamento do paciente não contagiante ou que está em fase inicial da doença. O Brasil está hoje em primeiro lugar no ranking mundial de doentes, com 45 mil novos casos a cada ano.

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