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GRAVIDEZ TARDIA REQUER ATENDIMENTO ESPECIALIZADO

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Aos 36 anos a médica hebeatra Mônica Mulatinho decidiu que era hora de ser mãe, mas sabia que enfrentaria o problema da baixa capacidade reprodutiva por conta da idade. Durante quatro anos tentou engravidar sem sucesso e foi aí que decidiu fazer uma fertilização in vitro. A gravidez veio na segunda tentativa. Assistida por um bom especialista, o médico Alberto Zaconeta, ela deu a luz, no Hospital Brasília, a duas meninas em uma gestação sem nenhuma intercorrência.

O sucesso é justificado pelo planejamento, o acompanhamento contínuo e os cuidados: controle do peso, glicose e pressão; alimentação balanceada; prática de atividade física; além do adequado repouso. Mônica diz ser uma exceção, já que não teve nem cólicas nem contrações ao longo da gravidez. “O processo médico foi bem feito e isso fez toda a diferença”, justifica.

De acordo com a ginecologista Carla Maria Martins, o ideal é planejar a gestação, assim como fez Mônica, para que se possa começar os cuidados antes mesmo da fecundação. “O pré-natal deve ser feito por todas as grávidas, independente de risco, e se ele existir é preciso um monitoramento constante”, orienta.

Para o Dr. Fernando Ramos, um dos principais nomes quando o assunto é gestação de alto risco, quanto mais cedo alguma alteração é detectada melhor para a mãe e para o bebê. “Atualmente, conseguimos obter sucesso em 90% dos casos diagnosticados precocemente”, explica.

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