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Grande ABC vai pleitear R$313 milhões junto ao Ministério da Saúde

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Em reunião realizada, nesta terça-feira, (07), entre seis prefeitos da região, foi definido que o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC vai pleitear junto ao Ministério da Saúde nos próximos dias o valor de R$ 313 milhões para investimento na área da Saúde. O valor é expressivo, porém, não há previsão de quando e nem se o recurso será liberado pela União. As informações são do jornal Diário do Grande ABC.
O presidente da entidade e prefeito de Diadema, Mário Reali (PT), afirmou que o projeto foi elaborado pelos secretários de Saúde de cada cidade da região. O único gestor que não compareceu à reunião foi Adler Kiko Teixeira, prefeito de Rio Grande da Serra.
A secretária adjunta de Saúde de São Bernardo, Lumena Furtado, revelou que os setores prioritários para aplicação dos recursos são: rede cegonha, o investimento nos hospitais e na rede de atenção básica, que corresponde às unidades de Saúde.
A primeira diz respeito ao projeto de autoria do governo federal que garante acompanhamento médico às gestantes e crianças desde a confirmação da gravidez até os 2 anos do bebê. Foi o maior valor solicitado à União, com R$ 141 milhões.
Além disso, na escala de prioridades da entidade está a melhoria dos hospitais dos municípios, inclusive com a reestruturação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva.
Já o montante destinado à melhoria na estrutura das unidades de Saúde chegou a R$ 74 milhões. De acordo com o prefeito de Diadema, Mário Reali (PT), a rede básica de saúde do município está atrasada. Diante disso, é necessário adequar-se aos novos formatos.
Estado
Apesar de ter considerado a postura da Secretaria Estadual de Saúde mais otimista neste ano, o gestor voltou a pedir a participação do Estado no custeio dos equipamentos de Saúde do Grande ABC.
A lista de solicitações enviada para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ainda contempla o envio de investimento na rede de Saúde mental, com R$ 14 milhões, para ampliação e construção de Centro de Atenção Psicossocial e residências terapêuticas.
O ajustamento dos complexos reguladores de vagas e marcações de consulta também integra o relatório de prioridades.

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