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Gestão hospitalar integrada transforma Hospital Unimed Nordeste

O projeto de expansão foi o ponto de partida para que o Hospital Unimed Nordeste, do Rio Grande do Sul, implementasse, em 2004, a primeira solução de gestão hospitalar integrada. Com o crescimento e os planos de construir outras unidades, a instituição percebeu que precisava de uma gestão mais automatizada, que unificasse o atendimento e todo o trabalho. Mas, antes de tomar qualquer decisão, se concentrou em dois pontos: checar se o modelo vigente estava preparado para receber a informatização e quais processos eram mais importantes para aprimorar a gestão. “Estudamos as tecnologias e de que forma ajudariam a melhorar o dia a dia. Feito isso, realizamos uma apresentação do projeto para todo o hospital”, explica Ivan Venzo, monitor de sistemas de TI e negócios do hospital.

Segundo ele, o engajamento de todos os profissionais foi essencial para que o projeto de gestão hospitalar integrada surtisse os efeitos esperados. “Toda mudança gera resistência. É normal. Claro que tivemos um público mais resistente: saímos do papel para o digital, mas, com os treinamentos e o apoio dos gestores das áreas, isso foi amenizado”, diz Venzo. Dessa forma, após identificar quais tecnologias eram mais importantes, a equipe de TI selecionou os usuários-chave para realizar a validar a solução de gestão hospitalar integrada em suas áreas e, assim, multiplicar para os demais.

A recomendação da Agfa HealthCare foi, primeiro, a implementação de uma Solução de Gestão Hospitalar e Clínica (HIS/CIS) para proporcionar o mesmo dinamismo e confiabilidade que o hospital-sede sempre ofereceu aos seus pacientes. Após isso, foi implementado o RIS/PACS e XERO Viewer, que oferece um Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens (PACS), Sistemas de Relatórios de Radiologia (RIS), processamento avançado de imagens, integração das informações clínicas e acesso remoto por uma plataforma integrada. Além disso, foi inserido o Prontuário Eletrônico do paciente (PEP).

O objetivo do hospital é continuar nesse ritmo. “Estamos evoluindo, agora, para a checagem beira leito. A ideia é melhorar a segurança da informação e da prescrição do paciente, evitando erros que podem ser fatais em caso de medicação incorreta, por exemplo”, explica Venzo. A entidade já adotou a solução na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e em um posto de internação. “Qualquer medicamento solicitado pelo médico é identificado pelo painel de checagem. A enfermeira acessa esse sistema para dar o medicamento, tendo a certeza de que é para aquele paciente e naquele horário. Até o fim deste ano, queremos implantar em todos os postos”, finaliza Venzo.

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