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Gestão hospitalar integrada: quais os desafios para pequenos e médios

Apesar de o mercado de Saúde – nacional e mundial – debater sobre o futuro da assistência, baseado em tecnologia como wearable devices e Internet das Coisas (IoT) – ainda há um longo caminho a percorrer para chegar ao cenário digital ideal. Segundo dados da TIC Saúde, uma das principais pesquisas brasileiras sobre informatização dos hospitais – 15% das entidades ainda não possuem conexão à internet. Entre as com mais de cem leitos, 100% possuem conexão, porcentagem que cai para 91% nas que possuem até 50 leitos e 81% entre as que não oferecem serviço de internação. O que acontece, muitas vezes, é que os hospitais de pequeno e médio portes não sabem que é possível ganhar eficiência, controlar custos e otimizar a receita, com redução de glosas, caso optem por tecnologias.

Sistemas de gestão hospitalar integrada atuam em duas pontas: administrativo-financeira e área clínica, com a unificação de toda a gestão e integração das soluções, como Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens (Picture Archiving and Communication System, ou PACS) e Gestão Eletrônica de Documentos (GED) em um único ponto.

Para Americo Rodota, diretor da unidade de negócios – HealthCare Information Solutions da Agfa HealthCare, o sistema de gestão hospitalar integrada representa a única maneira de garantir o desenvolvimento e eficiência dos hospitais de pequeno e médio portes, diante do crescimento da exigência por processos e modelos de negócios mais competitivos.

Quando se trata de custos, Rodota explica que o investimento tem retorno garantido, o aspecto cultural é que pode travar o processo. “O maior desafio é cultural, pois a entrada da tecnologia no hospital exige mudanças de processos. Fora isso, é um movimento que deve ocorrer gradativamente, especialmente quando falamos de sistema de gestão hospitalar integrada”, explica.

Segundo ele, é possível começar com um sistema básico de triagem, que contenha classificação de risco, admissão e painel de chamada; depois, chegar à área financeira, com um sistema já integrado, até ao Prontuário Eletrônico do Paciente e, aos poucos, ao estado de arte do hospital digital, com todos os sistemas integrados. “O custo só será alto se não houver um bom planejamento. Quando feito de forma gradual, aos poucos, o investimento se paga. Para isso, o hospital tem que ter uma cultura de transformação e se autocriticar – isso é extremamente importante”, afirma Americo.

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