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Gestão hospitalar integrada: os 10 “nãos” que levam ao fracasso

O futuro dos hospitais é digital e não há outro caminho para o crescimento. Mas, para se chegar a esse cenário hiperconectado é preciso começar a arrumar a casa agora – principalmente no caso de hospitais de pequeno e médio portes. Se o objetivo é utilizar os dispositivos vestíveis (wearables devices) e a Internet das Coisas (IoT) para promover uma medicina individualizada e focada na segurança do paciente, é necessário, antes, que as entidades estejam com soluções de backoffice organizadas, que ajudem a operação. E que, acima de tudo, permitam uma gestão eficiente, com redução de custo e otimização de receitas, para que a companhia sobreviva ao tempo e possa chegar ao futuro da Saúde com foco em seu objetivo principal, que é cuidar das pessoas.

Os sistemas de gestão hospitalar integrada atuam em duas pontas: administrativo-financeira, com todos os aspectos gerenciais de entrada e saída de recursos e relacionamento com fornecedores e parceiros; e área clínica, otimizando processos e garantindo melhor eficiência de atendimento e acesso aos dados do paciente. O propósito primordial é unificar a gestão, integrando as soluções específicas em um único ponto, o que se torna mandatório especialmente diante da realidade das entidades – a de diversas soluções fragmentadas, que não conversam entre si.

Veja, a seguir, os dez ‘nãos’ que levam ao fracasso a transformação gerencial de hospitais de pequeno e médio portes, quando o assunto é a adoção de uma gestão hospitalar integrada:

  1. Não revisar os processos administrativos;
  2. Não ter uma equipe especializada em gerenciamento;
  3. Não contar com profissionais de TI que conheçam tanto de tecnologia, quanto de Saúde;
  4. Não acompanhar as tendências de mercado e as inovações tecnológicas;
  5. Não saber o que a concorrência tem feito e quais ferramentas já adotou;
  6. Não dar importância a obtenção de certificações e acreditações;
  7. Não acreditar que é possível sistematizar todos os processos – administrativos e financeiros – por conta do porte do hospital;
  8. Não contar com gestores que tenham coragem – e vontade – de mudar processos clínicos, muitas vezes, enraizados;
  9. Não treinar e se comunicar com a equipe sobre a importância da participação de todos para no processo;
  10. Não atualizar os processos e corrigir rotas, quando necessário, com a evolução do projeto.

Com soluções de gestão hospitalar integrada é possível ganhar eficiência, controlar custos e otimizar a receita, com redução de glosas, além de aperfeiçoar o atendimento e as decisões clínicas.

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