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Gestão de crônicos com Internet das Coisas exige adaptação tecnológica

O mercado de Internet das Coisas (IoT, ou Internet of Things) para saúde deve atingir US$ 117 bilhões até 2020, segundo pesquisa da MarketResearch.com. Entre as  ferramentas que prometem revolucionar o setor estão os wearable devices, ou dispositivos vestíveis, que permitem a captura dos dados vitais do paciente, tornando-se fortes aliados na gestão de crônicos.

O uso de IoT e weareble devices no tratamento e prevenção de doenças ainda está nos primeiros dias. Entende-se que são necessários, ao menos, três pilares para garantir que um projeto do tipo possa rodar:

  • Tecnologia: disponibilidade de sensores de alta precisão e com alta vida útil de bateria, com operações que consumam pouca energia;
  • Ecossistema de IoT: incluindo plataformas sólidas, analytics poderosos e escalabilidade multiplataforma;
  • Ecossistema de saúde: abrangendo regulações efetivas, redução da complexidade e gestão de privacidade.

Uma estratégia de gestão de crônicos com IoT passa, invariavelmente, pelo uso de dispositivos inteligentes – responsáveis por coletar os dados e sinais vitais dos usuários – e por serviços de cloud computing – uma vez que o dado se torna inútil se não levado a um ambiente no qual possa ser processado e analisado para, enfim, amparar uma decisão médica. Segundo reportagem do The Huffington Post, no caso da prevenção, por exemplo, dispositivos devem analisar os batimentos de uma pessoa com problemas cardíacos para aconselhá-la a ir ao hospital antes que a situação se agrave. Esses mesmos dados podem amparar o médico em suas decisões tão logo o paciente chegue ao hospital.

Como qualquer outro sistema de coleta e análise de dados, é preciso passar por alguns passos para que a gestão de crônicos com IoT não enrosque no departamento de TI. É necessário  que o sistema:

  • Faça um gerenciamento virtual dos dispositivos;
  • Tenha fluxo de dados automatizado do dispositivo para a ferramenta de nuvem;
  • Monitore remotamente estatísticas de saúde do paciente;
  • Faça a gestão de assets do hospital;
  • Permita configuração remota do dispositivo;
  • Forneça análise dados;
  • Faça manutenção preventiva do device;
  • Siga o compliance de segurança de dados.

Fonte: plataforma open source Kaa

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