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Gestão da Mudança Organizacional

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Gerir a mudança é modificar ou transformar a organização

A reinvenção é a palavra do dia nas organizações que querem se manter vivas nestes tempos de mudança. Reinventar faz-se necessário todos os dias dentro das empresas e como exemplos de mudanças necessárias dentro de uma organização pode ser citada a reorganização da estrutura organizacional.

O objetivo desta reorganização é promover a oxigenação interna na empresa, e até favorecer uma mudança mais profunda como a da cultura organizacional. Todas estas mudanças independentemente de sua abrangência têm mostrado bons resultados que podem ser vistos no crescimento significativo do lucro e na melhoria no ambiente interno de trabalho.

O alto dirigente deverá responder algumas perguntas para saber qual é a melhor hora de reformular a sua organização, quais tipos de mudanças fazer e qual deve ser a escala dessa transformação. No caso de decidir por mudar, deve avaliar os seguintes pontos: Qual a qualidade da comunicação e da colaboração entre equipes? Qual a capacidade de adaptação das equipes às mudanças? Como o poder se equilibra entre as áreas e como ele influencia na tomada de decisões estratégicas ou na distribuição de recursos entre os setores da empresa?

As respostas destas perguntas devem ser bem analisadas e avaliadas pelo alto dirigente com intuito de fazer com que este processo de mudança tenha o menor risco de resistências e alcance os objetivos planejados.

Veja os cinco passos para o sucesso na Gestão da Mudança:

1 – Visão da Mudança

A visão deve ser definida pela liderança, com apoio de sua equipe, encampada, consolidada e transmitida à organização pela liderança.

Contudo, é preciso desmitificar a visão da mudança como sendo algo sempre finalizado, detalhado e extremamente claro. Os ajustes e detalhes devem ser feitos com o envolvimento de pessoas-chave da organização.

2 – Mudança Gradual

Abordagens simples, que buscam a mudança gradual e sistemática da cultura da empresa, permitem que todos na organização entendam mais claramente como se planeja executar as mudanças.

3 – Envolvimento adequado

O planejamento e a implantação de mudanças requerem o envolvimento adequado de todos, em diferentes graus, de acordo com as funções que ocupam na organização. A alta administração e a média gerência devem estar totalmente comprometidas.

4 – Comunicação objetiva

Nos casos mais bem-sucedidos, verificamos que múltiplos meios de comunicação foram utilizados, sendo que a seleção deu-se em função da amplitude do meio em cada nível organizacional. Em alguns casos, detectamos que vários dos principais objetivos propostos foram atingidos, mas, em função de deficiências de comunicação, as pessoas acabaram por não reconhecê-los.

5 – Tempo para amadurecimento

Por fim, identificamos que nos casos bem-sucedidos há uma melhor administração do tempo correto para amadurecimento da mudança. Empresas que apressaram o processo tiveram problemas de baixa absorção das mudanças pela organização, onde aspectos importantes da visão acabaram não sendo entendidos corretamente. Já em empresas complacentes e deixaram o tempo para efetivação das mudanças se estenderem além do necessário, aspectos importantes da visão foram alterados ou até esquecidos com o passar do tempo. O fundamental é que os prazos sejam definidos e comunicados à organização e cumpridos durante a execução.

Fonte: Revista Harvard Business Review. jun, 2010.

Elaboração: Guido Ludwig Filho – Province Saúde

contato@provincesaude.com.br – www.provincesaude.com.br

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