Referências da Saúde Quem foram os premiados da edição 2016? Confira agora

Ferramentas devem reduzir custos da saúde suplementar

Publicidade

Traçar um desenho de plano diretor de TI pode ajudar as operadoras de planos de saúde a reduzir os custos cada vez mais crescentes. É o que sugere o diretor de TI em Saúde da Benner, Celso Lara de Souza, após mostrar que assim como o setor, os gastos das operadoras também demonstraram um crescimento significativo em 2009.
Os custos de internações representaram 32,8% das despesas assistenciais das operadoras de planos de saúde, somando quase R$ 17 milhões. Já os exames foram responsáveis por 21,5%, o mesmo que pouco mais de R$ 11 milhões.
“O aumento de custos na área de saúde suplementar vem em dois aspectos: custo assistencial e custo operacional, onde ferramentas devem ser utilizadas para melhorar a questão do próprio gasto”, conta Souza.
O custo assistencial é aquele dado pela assistência a saúde aos beneficiários, nesse aspecto pode-se trabalhar a questão da própria regulação do que esta sendo feito, integrando os prestadores para que isso não tenha a existência de exames em duplicidade, por exemplo. Para o executivo, há ferramentas disponíveis para esses tipos de ações que permitem a redução de custos desnecessários.
“Ações de prevenção também são essenciais. É preciso identificar dentro da população quem está num grupo de risco e ter ações efetivas dentro dele, então as ferramentas necessárias existem para esse processo de estratificação e aí é só fazer o monitoramento para reduzir os custos assistenciais”.
Já o custo operacional é o custo da operação da própria operadora. Neste caso, Souza afirma que o ideal é aumentar a produtividade por meio de um sistema de formação automático. Além disso, indicadores operacionais ajudam a melhorar a produtividade no próprio atendimento e na análise de contas.
O executivo ressalta que a visão estratégica tem que ser mais ampla para as tomadas de decisão. “Estou falando de informações a nível gerencial, de saber como está financeiramente meu plano para a partir de então tomar alguma decisão.”
Trabalhar na melhoria da rentabilidade também é uma das soluções propostas pelo executivo. De acordo com Souza, trabalhar na prevenção às vezes tem aumento de custo, mas o resultado final vai ser melhor. “Ouso dizer que temos que trabalhar mais na questão da rentabilidade do que na questão da diminuição do custo assistencial”, conclui.
Assista ao webcast!
Você tem Twitter? Então, siga http://twitter.com/SB_Web e fique por dentro das principais notícias do setor.

Publicidade

Notícias como essa no seu e-mail

Faça como mais de 20.000 profissionais do setor de saúde e receba as últimas matérias no seu email.

Deixe uma resposta