HIS17 É hora de mudar a saúde! Faça como seus colegas, participe do HIS. Quero participar da mudança

Falta de comprometimento resulta em corte de recursos

Publicidade

Os hospitais de ensino Reabilitação de Anomalias Crânio Faciais, Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher, Hospital das Clínicas de Campinas, Hospital Emílio Ribas, Hospital Universitário e Hospital Estadual de Sumaré foram os únicos a cumprirem a meta de atender 100% SUS, até outubro deste ano. As outras sete unidades, entre as 14 comprometidas com o governo estadual a dedicar todo o seu atendimento ao Sistema Único de Saúde, tiveram resultados diversos, por exemplo: o Instituto do Coração (Incor), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, tem o menor porcentual de atendimento dedicado ao setor público (80%) – embora a instituição deva receber R$ 3,9 milhões em incentivos à contratualização do governo federal de 2004 que prevê incentivos financeiros com o objetivo de melhorar a assistência ao SUS, gestão, formação e educação.
Em 2007, os ministérios da Saúde e Educação determinaram regras para a certificação como hospital de ensino, entre elas a que prevê que a totalidade dos atendimentos seja dedicada ao SUS. O ministério da Saúde informou que unidades que descumprirem a meta podem sofrer até corte dos repasses.
Fora do alcance:
Os hospitais das Clínicas de Bauru e de Botucatu dedicam 98% do atendimento público, de Ribeirão Preto (97%), Hospital do Grajaú e Conjunto Hospitalar Sorocaba (93%), Dante Pazanezze (92%), das Clínicas de SP (84%) e Incor (80%).
Você tem Twitter? Então, siga http://twitter.com/SB_Web e fique por dentro das principais notícias do setor.

       
Publicidade

Deixe uma resposta