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Exame de Dosagem Hormonal ganha tecnologia mais precisa

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A Transduson iniciou no oeste da Grande São Paulo uma nova tecnologia para a realização de Exames de Dosagem Hormonal, com base na Química Seca. O método é utilizado por poucos centros de diagnósticos no Brasil, devido ao alto nível de sofisticação. O novo sistema proporciona maior precisão nos resultados ao apresentar um coeficiente de variação de menos de 2%, índice bem menor que os 5% observados no método tradicional, que utiliza a química líquida.

A maior precisão nos exames de Dosagem Hormonal beneficia, em especial, as crianças, uma vez que um possível desequilíbrio endócrino nesses pacientes precisa ser diagnosticado rapidamente a fim de que o quadro não se agrave ou provoque consequências irreversíveis. Quando o desequilíbrio ocorre, significa que um ou mais componentes do sistema endócrino não está funcionando direito, considerando órgãos como pituitária, tireoide, pâncreas e vários outros. “As principais doenças decorrentes são o diabetes, obesidade, puberdade precoce e deficiência de crescimento”, comenta a Dra. Luciana Dias Rodrigues Francisco, médica e diretora da Transduson.

Nas crianças, o diabetes é uma das principais doenças cujo diagnóstico pode ser auxiliado pela dosagem hormonal. Historicamente, nesta faixa da população, o diabetes tem sido quase sempre do tipo 1 – uma doença autoimune e de fundo genético, mas que também é provocada por vírus e poluentes. Nos últimos 10 anos, contudo, a incidência do tipo 2 passou a crescer de modo significativo como consequência do sobrepeso causado por maus hábitos alimentares – de acordo com números do IBGE, uma em cada três crianças brasileiras está acima do peso e 15% sofrem com a obesidade.

Diagnóstico de outras doenças

O exame de Dosagem Hormonal pode ainda contribuir com o diagnóstico da obesidade provocada por hipotireoidismo, síndrome de Cushing e deficiência de hormônio do crescimento. O exame é ainda importante para avaliar o crescimento fora do padrão, que muitas vezes está associado com deficiências na tireoide ou na produção do hormônio do crescimento. O sucesso do tratamento, em ambos os casos, também depende da qualidade e rapidez no diagnóstico.

A puberdade precoce é outro importante distúrbio cujo diagnóstico pode ser auxiliado pelo mesmo exame. A doença acontece quando as mudanças no corpo que caracterizam o início da adolescência ocorrem em meninas antes dos 8 anos e nos meninos antes dos 10 anos. O fenômeno, normalmente causado por desequilíbrio hormonal, precisa ser diagnosticado já nos primeiros sinais, tendo em vista que pode provocar uma drástica redução no processo de crescimento, entre outras consequências.

 

 

       
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