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Evoluções em PET-CT e tomografia na mira da GE

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Com investimento global de aproximadamente U$ 1 bilhão a GE Healthcare planeja trazer para o Brasil soluções inovadoras disponíveis em países da Europa, Canadá e Estados Unidos. Em Imagem Molecular, por exemplo, a ideia é prover educação para toda a América Latina para traduzir as tecnologias utilizadas no exterior e adaptá-las de acordo com a necessidade de cada país. “Educar é uma forma de ajudar na prevenção e quando isto acontece o ser humano passa a ter mais chance de vida. Temos que sair do diagnóstico em um estágio avançado da doença para o precoce, até mesmo antes de a enfermidade se manifestar, essa é nossa meta”, comenta a vice-presidente e diretora global de Imagem Molecular daGE Healthcare, Terri Bresenham.
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Para a executiva, não existe crise. Ela afirma que esta é a hora certa para se investir em tecnologia. “Apesar de a Imagem Molecular ser uma tecnologia de alto custo, ela acaba gerando economia para todo o sistema de saúde no futuro. Este recurso é capaz de detectar uma doença antes mesmo que ela se desenvolva, essa é a chave do tratamento precoce. A imagem molecular vai além da anatomia e permite o mapeamento no nível da célula. É um processo fantástico.”
Terri acredita que nos próximos cinco anos a tendência do PET-CT, por exemplo, será melhorar ainda mais o tempo de resposta de diagnóstico. A executiva afirma que as áreas de maior interesse são cardiologia e oncologia.
Quando o assunto é Tomografia Computadorizada (CT), Daniel Morris, do time global da GE Healthcare, aposta na tecnologia High Definition. O equipamento Discovery CT750 HD alia alta definição a baixa dosagem de radiação. “Essa tecnologia possui um detector chamado Gemstone, que é capaz de fornecer uma imagem 100 vezes mais rápida, com até 33% mais detalhes para exames de corpo inteiro e até 47% para exames cardíacos. E ainda, essa tecnologia reduz em 50% as doses de radiação se comparado com o nosso sistema anterior”.
De acordo com Morris, o Brasil é um país muito importante no contexto latino-americano e esta tecnologia irá romper um paradigma de diagnóstico por imagem. “Esse recurso pode ser comparado com o sinal digital das TVs. Com ele é possível enxergar dentro de uma veia e isso transmite mais segurança para os médicos que precisam garantir a segurança de seus pacientes durante o procedimento. Tenho certeza de que, com o profissionalismo da classe brasileira, essa tecnologia será bem aceita no mercado do País”, conclui.

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